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Arquivo de Posts de março, 2009»

  1. Voltaremos em breve com força total…

    Publicado em 31 de março de 2009 às 12:32 PM Autor: Gerson Ramos

    Amigos e amigas, por problemas técnicos e operacionais paramos por um tempo de postar. Estamos reorganizando a casa e em breve voltaremos com toda a força e com novidades do mundo da música, meio ambiente, social e muito mais. Aguardem! É breve!

    Obrigado,

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    Já comentaram: 0 pessoas Categoria(s): Geral
  2. Direito autoral e o direito de conversar na rede

    Publicado em 24 de março de 2009 às 4:25 PM Autor: Milton Cazarré Cardoso

    Toda vez que a humanidade passa por alguma intempérie de grandes transformações, causada por fortes fatores econômicos ou culturais, costuma haver uma reação desmedida e ignorante (senão, burra!) do poder estabelecido.
    Não, não pensem que isso apenas aconteceu no decorrer do século XX, caracterizado pela sua constante divisão ideológica-política entre esquerda, direita e centro.
    O antigo Império Romano também reagiu agressivamente contra a propagação do cristianismo no seu meio; séculos depois, esse mesmo cristianismo, então institucionalizado na Igreja Católica, também reagiu barbaramente contra a Reforma, pregada por Lutero. A história também acusa o embate entre a realeza e a nobreza durante o feudalismo; e dessa última com a classe da burguesia (no seu conceito clássico e histórico). E, ainda, desta já extinta classe dos burgueses contra os antigos operários da época denominada como Revolução Industrial. E assim por diante… Sempre e sempre! Daria até para falar dos faraós e hebreus…
    O fato é que fiquei impressionado com a notícia que alguns gigantes da imprensa estão, agora, processando proprietários ou editores de blogs por transmitirem suas notícias integralmente, ainda que fazendo referência à fonte!
    A notícia, intitulada “Donos de direitos desafiam sites que reproduzem conteúdo”, de autoria de Brian Stelter, publicada no começo de março, é algo absolutamente preocupante para todos aqueles que entendem:

    (1) a liberdade de imprensa como uma das garantias constitucionais da maior importância numa democracia;

    (2) que todas as notícias ou informações veiculadas pela imprensa não podem sofrer qualquer restrição, senão mediante determinação judicial, sendo essa devidamente fundamentada, sob pena de haver censura prévia (o que é, também, vedado pela nossa Constituição).

    Meus amigos, sinceramente, eu nunca havia tido “notícias” antes (desculpem a redundância ou aparente cinismo) de que existiram jornalistas cobrando direitos autorais pelo texto com que veicularam determinada informação, sendo que houve na reprodução referência expressa à fonte!
    Bom, se é assim, eu também, como advogado, devo ficar atento para se um outro colega “copia” ou “cola” uma redação de uma das minhas petições… (isso é o absurdo, para não dizer o ridículo!).
    Porém, vejam bem: não são os jornalistas que estão em pé-de-guerra entre eles por direitos supostamente autorais.
    São os grandes grupos empresarias da imprensa internacional, e que também exploram e lucram com a internet, que estão promovendo tal terrorismo infundado. E “infundado” digo eu, por que tenho certeza que isso não deve “colar” aqui no Brasil, de acordo com o nosso sistema jurídico.
    Não, não estou falando de nosso Direito Autoral, que lamentavelmente vem sendo nada mais do que uma reprodução melhorada (quando não servil!) dos tratados internacionais que os EUA sempre obrigaram o mundo inteiro a aceitar, desde a época da invenção do gramofone e do cinema mudo.
    Estou falando, sim, da CONSTITUCIONALIZAÇÃO do Direito Privado como um todo – sobre o que os “caros colegas”, representantes dos interesses da parte adversa, geralmente especialistas, vão entender bem o que estou dizendo, assim como um vampiro reconhece rapidamente um crucifixo ou sente o cheiro de alho no ar!!!

    Já comentaram: 0 pessoas Categoria(s): Direito Autoral
  3. Suco Eléctrico faz show em Porto Alegre

    Publicado em 11 de março de 2009 às 12:00 AM Autor: Gerson Ramos

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    A Dani mandou… e o som é bom demais… O Suco Elétrico está na estrada desde 2000, um destaque do rock independente. E a gente sabe: rock gaúcho manda bem.
    Eles não mandaram o som pra gente a tempo, você vai ter que ir ao site para degustar. O link está lá em cima, no nome da banda. Te localize!

    Suco Eléctrico é:
    Alexandre Rauen: voz e bateria
    K. C. O. Lino: guitarras, teclados, violões, piano e voz
    Dani Rauen: voz
    Fernandrunk: contrabaixo

    Onde: “Live Sport Pub” em Porto Alegre
    Dia: 12/03 – 5ª feira
    Rua Doutor Barcelos, 435 / 2º andar
    Bairro: Vila Assunção
    Telefone(s): (51) 3273-6489
    Horário: 22:30h

    Já comentaram: 0 pessoas Categoria(s): Mercado Música
  4. O Poder da Música – A Fórmula do Sucesso

    Publicado em 6 de março de 2009 às 10:46 AM Autor: Maestro Billy
    My Pride and Joy, de indrasensi, no Flickr, CC

    My Pride and Joy, de indrasensi, no Flickr, CC

    Ontem recebi do @berlitz o seguinte e-mail:

    Por que certas canções, como jingles, ficam ‘grudadas’ em nossas mentes?

    É fato que tanto as circunstâncias de natureza emocional quanto as que acontecem em um ambiente carregado de emoção são mais bem lembradas do que aquelas que são adquiridas em um contexto emocionalmente irrelevante.

    Algumas músicas, em especial as canções pop, os jingles e as trilhas sonoras, além de terem um timbre particular e facilmente reconhecível, bem como uma estrutura musical simples, curta e fácil de lembrar – geralmente apoiada em refrão – têm, ainda, uma linha melódica que não só acompanha, mas muitas vezes caracteriza a tensão emocional do momento vivido, fazendo com que a música passe a ser parte integral e indissolúvel da lembrança.

    Isso fica claro quando assistimos a um filme sem trilha sonora, pois a ausência de sons compromete a absorção emocional do conteúdo transmitido.

    De fato, estudos demonstraram que algumas canções populares são capazes de ativar partes do cérebro relacionadas às sensações de recompensa e satisfação, como a área tegmental ventral e o núcleo accumbens.

    Essas regiões são responsáveis pela liberação da dopamina, o neurotransmissor que media essas sensações.

    Martín Cammarota
    Centro de Memória, Instituto de Pesquisas Biomédicas, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

    Entenderam?

    Basicamente é o que todo mundo sabe que acontece, só que com um pequeno embasamento científico por trás.

    Agora vamos pensar.

    Ou melhor, vamos juntar os fatos deste post AQUI com estas infos aqui de cima…

    Nós lembramos de uma letra de uma canção dos Beatles que ouvíamos quando éramos criança, mas não lembramos o que almoçamos ontem, certo ?

    A cor da cueca/calcinha que você está usando hoje, sem olhar. Lembrou???

    E assim vamos…

    Agora, qual a associação que a música faz na nossa cabeça no momento em que a escutamos?

    É necessário ter algum fator emocional externo para que lembremos de alguma música por tanto tempo?

    Será que existe alguma estatística provando o que está aí no email? Tipo “músicas feitas em Dm-Am-C-G vendem mais (ou são mais sucesso) do que músicas em Bb7-Gm-Asus etc, etc, etc ?

    Vamos pensar num exemplo. Los Hermanos – Anna Julia.

    Fora toda a promoção da gravadora em cima da música, ela foi sucesso porque é boa. Ponto final.

    A letra é legal, o ritmo é bacana, e os acordes são “fáceis”.

    Cheguei no ponto. Fácil é a palavra.

    Porquê é “fácil” ? Porque são acordes que ouvimos nessa mesma sequência há muito tempo ? Ou a facilidade com que eles se encaixam na sequência faz com que o cérebro os torne mais “palatáveis” do que algo mais cabeludo???

    Boa pergunta. Segundo o email estas músicas ativam partes do cérebro relacionadas às sensações de recompensa e satisfação…

    Pode ser isso então. O cérebro entende aquilo como algo já conhecido, então volta pra sua zona de conforto (satisfação de conhecer e recompensa de não ter que pensar. hehehe). Como ele já entendeu, não tem que criar mais conexões para entender novamente…

    Anna Júlia se parece com várias músicas anos 50/60, por isso que aceitamos melhor uma música assim do que um Miles Davis, por exemplo… até hoje.

    Não tô aqui defendendo que todo mundo deve fazer música copiada de algo anterior, de jeito nenhum. Tô só atestando que isso é fato.

    Aí surge a conclusão “óbvia”. Se eu fizer uma música com cara de antiga, ou que use todos os elementos “do antigamente” farei sucesso e dominarei o mundo, certo?

    Errado.

    Do mesmo jeito, acredito, que nosso cérebro vai para uma zona de conforto quando entende a música, acho que uma música realmente boa e de sucesso deve ter algum elemento que a diferencie do resto. Senão o cérebro, em sua zona de conforto, pensa “ah, mas isso eu já ouvi, não tenho mais interesse nisso não…”

    Então, a Fórmula do Sucesso caiu por terra…

    O que temos que pensar ao tentar criar um hit é justamente pegar algo já concebido, formatado e pronto, porém adicionar elementos inovadores, diferentes, interessantes. Seja uma boa letra, uma sonoridade diferente, algum instrumento ou ritmo diferenciado, sei lá.

    Se fosse tão fácil assim, não tinha tanta gente tentando uma aceitação pública com sua música. Era só pegar uma fórmula pronta e gravar…

    Felizmente não é o caso. Ia ser MUITO chato ouvir 2000 versões similares de Anna Julia ou de rocks dos anos 50/60 toda vez que você ligasse o rádio ou comprasse uma música.

    É o que acontece atualmente com o infame Hip-Hop. Hoje em dia é o seguinte formato:

    -Começa a música com uma batida e gente falando

    -Entra o rapper

    -A cantora que vai mandar o vocal do refrão começa meio que a interagir com o rapper

    -A cantora vai pro refrão

    -Volta o rapper

    -Volta a cantora

    -Termina em fade ou em alguma risada….

    E assim ficamos. Quantos hip-hops são assim atualmente? 98% deles tenho certeza, prá contar por baixo…

    Isso é muito chato. Viram que deu certo uma época, agora repetem o padrão até ninguém mais aguentar. E, na minha opinião, tá demorando muito prá cansarem deste estilo.

    Tudo de bom,

    Billy.

    Foto: Indrasensi no Flickr

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  5. Hora do Planeta 2009 – Participe

    Publicado em 2 de março de 2009 às 10:32 AM Autor: Gerson Ramos

    Você já ouviu falar da Hora do Planeta? Este ano, pela sexagéssima vez, os cidadãos do mundo apagarão as luzes de suas casas entre 20h30 e 21h30, como forma de mostrar que é possível (ainda) salvar o planeta azul da destruição.

    Para participar e pegar seus banners, acesse o link abaixo e divulgue: por e-mail, em seu blog, no seu site. Convide todos a participar.

    O dia é 28 de março. A hora está marcada. Você vai fazer a sua parte?

    Cadastre-se na Hora do Planeta! - PARTICIPANTE: PyleMusic gerson@pylemusic.com

    WWF Hora do Planeta 2009 – Cadastre-se na Hora do Planeta!

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