Foto de Josh Russell sob licença Creative Commons 2.0 BY-NC-SA
Grandes gravadoras querem te dominar
Impor quando, onde e o que você deve ouvir
Seguir um modelo padrão é muito fácil
Abram suas mentes!
O artista precisa de livre produção
O artista precisa de remuneração
Formação e ação para a transformação
Penso em música, em música livre
Livre das imposições de uma mídia consumista, exploradora
Livre de jabá, de opressão
Ter acesso a informação é ter poder
Poder de popularizar essa discussão
Negar acesso a cultura é negar educação
Download não deveria ser crime
Crime é um país com tantos bons artistas
Ser reconhecido mundialmente por lançar moda com “mulheres frutas”, com músicas deploráveis…
Autora: Mayara Alves
Veja o original aqui.
As ações continuam fortes a favor de mudanças positivas para o projeto de Lei 84/99 de autoria do Senador Eduardo Azeredo.
Se você é artista, produtora, amante da música e acredita que a internet deve ser um espaço democrático junte-se nesse ato que acontecerá em Brasilia no dia 30 de maio, às 15h na casa Casa Roxa, sede da Associação Coturno de Vênus (QE 28, conjunto B, casa 13, 71060 022, Guará II – DF).
Mais informações aqui.
Foto de Paulo Fehlauer sob licença Creative Commons 2.0 BY-NC-SA
Acontece no dia 25 de maio, nesta próxima segunda-feira às 14h na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul em Porto Alegre, o Ato Público contra o projeto de lei do Senador Azeredo, o PL 84/99, já aprovado pelo Senado brasileiro e à caminho da Câmara dos Deputados.
Não se está combatendo a libertinagem na internet e sim a falta de informação. O Ato será realizado para informar a população dos perigos de se aprovar uma legislação baseada na desinformação. Os crimes precisam ser combatidos, mas para isso precisa-se regular a forma e os meios para se chegar ao criminoso. Não está correto tratar cada cidadão pelo princípio de que todos são criminosos até que provem o contrário, como prediz este projeto de lei.
O projeto de Lei 84/99 também onera a inclusão digital em centros de cultura, assim como onerará o acesso a internet para todos os cidadãos prejudicando a inclusão digital e o acesso a informação principalmente das populações mais carentes. É um retrocesso a democracia e uma proteção aos interesses de poucos mega empresários que exploram o comércio do copyright e das comunicações.
Se você é músico independente e acredita que a internet é um meio legítimo e democrático para divulgar seu trabalho, negociar seus produtos e expandir a cultura, compareça ao ato e defenda sua liberdade e seu negócio como artista, produtor e difusor da cultura.
Abaixo a chamada oficial para o ato:
Foto de ATIS547 sob licença Creative Commons 2.0 BY-NC-SA
Bem bacana as dicas dadas pelo Greenpeace em seu site, para que cada um de nós possa melhorar a relação com o planeta em que vivemos, usando de hábitos diários simples. Abaixo vou listar alguns deles:
Mais dicas para diminuir o impacto ambiental em sua casa veja aqui.
Mais dicas para diminuir o impacto ambiental em seu trabalho veja aqui.
Mais dicas para diminuir o impacto ambiental na sua escola veja aqui.
Isso é o mínimo do mínimo que podemos fazer com relação ao meio-ambiente e para o futuro de nossas gerações. A ordem aqui é agir, e não apenas pensar a respeito.
Deivi Kuhn da banda Coyote Guará da a sua opinião sobre a Lei Azeredo e sobre a aprovação de lei semelhante na França… vejam os vídeos abaixo:
Sobre a banda:
Na estrada desde janeiro de 2007, a banda Coyote Guará faz um blues de primeira. Naquela data, o baixista Deivi Kuhn e o guitarrista Adonis Reis se uniram ao vocalista e gaitista Apolos Neto com o objetivo de formar um novo projeto musical. Seis meses depois, o elenco foi reforçado com a entrada do baterista Leonardo Goy. O Coyote Guará tem músicas próprias e produz as letras em português com mensagens do cotidiano e pitadas de bom humor. A sonoridade da Coyote Guará agregou diversas vertentes, resgatando elementos do tradicional blues do Mississipi, o clássico rock setentista e o visceral Hard Rock. Como resultado, temos o blues-rock-hard-psicodélico, mistura levada às últimas conseqüências pelo ícone desta mistura, o guitarrista irlandês Rory Gallagher. O repertótio é bastante eclétido, vai de Muddy Waters, Robert Jonhson passando por Deep Purple, The Doors, Rolling Stones até Raul Seixas, Velhas Virgens e suas próprias composições. E ouvir para conferir.
Veja um clipe da Banda e curta esse blues… bom demais…
Acesse o site da banda no My Space e saiba mais um pouco do Coyote Guará…
Estava lendo os posts do Bruno Nogueira do PoP Up! e me deparei com um video muito legal da Abrafin em que mostra cenas muito bacanas de diversos festivais de música independente que rolaram pelo Brasil afora sob o guarda-chuva da Associação. Como o próprio Bruno Nogueira falou de que muita gente já notou que esta cena está formada e madura, eu sou um dos que enxerga a cena formada, bem forte e com grande potencial para crescer muito. Só espero que não seja detonada pela politicagem e por grupos com interesses pessoais… de resto tá tudo muito lindo.
Que continuem bombando os festivais e shows independentes pelo Brasil e mundo afora. Olhem o video abaixo e vejam com os próprios olhos que a cena tá quentíssima e muito divertida.
Seguindo o exemplo do blog BaixaCultura, e por também acharmos muito importante e esclarecedor para o público em geral, replicarei aqui a tradução do Manifesto da Cultura Livre (link em inglês) de autoria do João Carlos Caribé e postada no blog coletivo Trezentos. Este manifesto foi criado por um grupo considerável de estudantes universitários norte-americanos de diversas Universidades, e fundadores do projeto “Students For Free Culture” que reúne os assuntos e idéias que defendem.
Manifesto da Cultura Livre
A missão do movimento da Cultura Livre é construir uma estrutura participativa para a sociedade e para a cultura, de baixo para cima, ao contrário da estrutura proprietária, fechada, de cima para baixo. Através da forma democrática da tecnologia digital e da internet, podemos disponibilizar ferramentas para criação, distribuição, comunicação e colaboração, ensinando e aprendendo através da mão da pessoa comum – e através da verdadeiramente ativa , informada e conectada cidadania: injustiça e opressão serão lentamente eliminadas do planeta.
Nos acreditamos que a Cultura deve ser uma construção participativa de duas mãos, e não meramente de consumo. Não nos contentaremos em sentar passivamente na frente de um tubo de imagem de midia de mão única. Com a Internet e outros avanços, a tecnologia existe para a criação de novos paradigmas, um deles é que qualquer um pode ser um artista, e qualquer um pode ser bem sucedido baseado em seus méritos e não nas conexões da industria.
Nos negamos a aceitar o futuro do feudalismo digital, onde nos não somos donos dos produtos que compramos, mas nos são meramente garantidos uso limitado enquanto nos pagamos pelo seu uso. Nós devemos parar e inverter a recente e radical expansão dos direitos da propriedade intelectual que ameaçam chegar a um ponto onde se sobreporão a todos os outros direitos do indivíduo e da sociedade.
A liberdade de construir sobre o passado é necessária para a prosperidade da criatividade e da inovação. Nós iremos usar e promover o nosso patrimônio cultural, no domínio público. Faremos, compartilharemos, adaptaremos e promoveremos conteúdo aberto. Iremos ouvir a música livre, apreciar a arte livre, assistir filmes livres, e ler livros livres. Todo o tempo, iremos contribuir, discutir, comentar, criticar, melhorar, improvisar, remixar, modificar, e acrescentar ainda mais ingredientes para a “sopa” da cultura livre.
Ajudaremos todo mundo à entender o valor da nossa abundância cultural, promovendo o software livre a o modelo open source. Vamos resistir à legislação repressiva que ameaça as liberdades civis e impede a inovação. Iremos nos opor aos dispositivos de monitoramento à nivel de hardware que impedirão que os usuários tenham controle de suas próprias máquinas e seus próprios dados.
Não permitiremos que a indústria de conteúdo se agarre à seus obsoletos modelos de distribuição através de uma legislação ruim. Nós seremos participantes ativos em uma cultura livre de conectividade e produção, que se tornou possível como nunca antes pela Internet e tecnologias digitais, e iremos lutar para evitar que este novo potencial seja destruído por empresas e controle legislativo. Se permitirmos que a estrutura participativa, e de baixo para cima, da Internet seja trocada por um serviço de TV a cabo – Se deixarmos que paradigma estabelecido para criação e distribuição se reafirme – Então a janela de oportunidade aberta pela Internet terá sido fechada, e teremos perdido algo bonito, revolucionário e irrecuperável.
O futuro esta em nossas mãos, devemos construir um movimento tecnológico e cultural para defender o comum digital.
A internet ampliou de forma inédita a comunicação humana, potencializando o acesso, a produção e a distribuição do conhecimento e da cultura. Parcela significativa da população brasileira ainda não possui acesso a internet banda larga e o Brasil mesmo com desigualdades, está entre os países com mais usuários na rede – somos cerca de 22 milhões de internautas e os que mais ficam online no mundo (22 horas em média por mês); Você que tem o hábito de baixar arquivos como músicas e filmes livremente da internet, poderá ser preso e condenado a até 3 anos de prisão se fôr aprovado o Projeto de Lei do Senador Eduardo Azeredo (e aqui) que propõe uma regulamentação penal para a internet no Brasil. Uma regulamentação é urgente sim, mas que seja precedida de um amplo debate técnico e político e de uma proposta de regulamentação civil, estabelecendo parâmetros entre LIBERDADE E CONTROLE, PRIVACIDADE E VIGILÂNCIA, ANONIMATO E IDENTIFICAÇÃO claros e coerentes para usuários, empresas e o Estado.
Internet Livre no Brasil, um direito de todas e todos!
Créditos texto e vídeo: Richard Serraria e Everton Rodrigues
Este video foi gravado de improviso em um celular e passa a mensagem muito clara do GOG.
Saiba sobre o Ato público que vai ocorrer aqui.
Mais do GOG você pode saber aqui.

Foto: Paulo Taklin
Paulo Taklin, 45 anos, é paulistano da região central do Estado. Um exemplo de batalhador da música nesse país. Aos 19 anos iniciou sua trajetória na música participando de alguns projetos musicais como fetivais regionais e a tocar em bares da noite. Aos 23 anos, foi discotecário (na época da Dicoteca – hoje DJ) e trabalhou na Radio Santa Catarina. Mais tarde, por volta de seus 23 anos de idade passou pela área da moda em Curitiba, mas sempre acompanhado de seu violão.
Já com 30 anos foi para Milão, na Itália, onde tocou em bares de música brasileira (MPB) e onde se dedicou a ampliar sua capacidade de compor e escrever músicas, em que se classifica hoje em dia como MPB progressivo.
De volta ao Brasil, hoje continua tocando, compondo e desenvolve projetos ligados a artes em geral organizando apresentações no anfiteatro Villa Lobos em São Paulo, tendo como objetivo abrir novas possibilidades para a divulgação de projetos independentes.
Contate o Paulo Taklin: paulotaklin@hotmail.com