Com um original pop rock, letras atuais e da hora, fazem da Banda Meigos, Vulgos & Malvados uma das melhores bandas que surgiram nos últimos tempos no cenário brasileiro, sem exageros ou comprometimento de minha parte, já que confesso que são meus amigos de longa data, mas muito originais e se esforçando para mostrar algo inédito e diferente no meio de tanta coisa semelhante que tem surgido por aí.
Um som diferenciado com inesperados efeitos sonoros e vocais de qualidade, o MVM traz aos brasileiros um pouco daquilo que se perdeu desde os anos 80. São originais e soam novidade. Fiquem de olho, virão novas musicas e surpresas desse pessoal.
Fuck The Fashion é o novo e pulsante som da Banda Meigos, Vulgos & Malvados, que já está rodando na internet www.meigosvulgosemalvados.com.br e nas principais rádios do sul do país. Groove brasileiríssimo, cintilado por pandeiros, cuícas e apetrechos que ficaram a cargo do percussionista Jucá Deleon, além da irreverente participação de Kako Xavier que conduz o tema em dueto com a vocalista, numa batida dançante e empolgante!
Fuck The Fashion trata de um assunto da hora, o “apelo” da moda, do exagero, do desespero e da “hipervalorização” da imagem ante a falta de conteúdo, mas sem perder a graça, a sensualidade e o humor. Confira a pegada deste funk que celebra de uma forma dançante a criatividade e a qualidade da Banda; Meigos, Vulgos & Malvados. Free downloads em www.myspace.com/meigosvulgosemalvados e ou www.meigosvulgosemalvados.com.br
Ouçam e baixem também aqui diretamente de nosso blog a música Fuck The Fashion
A natureza é realmente implacável quando reclama dos maus tratos feito pelo homem. Mas nem sempre é o homem o casador dessa fúria, a própria evolução, do planeta requer mudanças e desastres, isto porque estamos em constante evolução. O homem vêm causando muito problemas e não é só o aquecimento global como a maioria fala. Um dos maiores desastres ecológicos está acontecendo agora, encontrasse no Golfo do México provocado pelo vazamento de óleo da British Petroleum (BP).
Em 20 de abril de 2010, a plataforma de petróleo chamada Deepwater Horizon (Horizonte em Águas Profundas), localizada a 42 quilômetros a sudeste de Louisianna, no Golfo do México, explodiu, matando onze trabalhadores e afundando-a nas profundezas do Golfo. Quando a plataforma afundou, o tubo de perfuração se destacou da plataforma e por conseqüência começou a vazar petróleo no fundo do oceano, pois a outra extremidade do tubo de elevação ficou ligado à cabeça do poço no fundo do mar, o que permitiu que o petróleo fluísse livremente de seu reservatório subterrâneo. Esse vazamento vem batendo recordes, o óleo já invadiu as costas litorâneas dos Estados Unidos. Além do petroléo vazando há também uma grande quantidade de metano e outros gases tóxicos. ”No final de maio a BP admitiu que o metano representa cerca de 40 por cento da massa do petróleo que está vazando. Além do metano, grandes montagens tóxicas de sulfeto de hidrogênio, benzeno e cloreto de metileno, entre outros, estão vazando para o Golfo de acordo com a EPA”.
Para diminuir os estragos e conter o vazamento de óleo a BP começou a utilizar um agente químico chamado: COREXIT 9500, para dissipar o petroléo na água. Mas fazendo isso só piorou as coisas. Além do petroléo causar uma ”zona morta” no Golfo do México, o COREXIT 9500, dispersante de óleo utilizado pela BP, de acordo com fontes da FEMA, está se misturando com a água evaporada do Golfo. Esta mistura mortal é então absorvida pelas nuvens de chuva e produz precipitação tóxica que ameaça continuar a matar animais marinhos e terrestres, plantas e os seres humanos, dentro de um raio de 321 quilômetros do local do desastre do Deepwater Horizon no Golfo. De acordo com Madsen, a “zona morta” criada por uma combinação de metano e chuva de COREXIT tóxico, acabará por resultar na evacuação e abandono a longo prazo das cidades e vilas dentro em um raio de 321 quilômetros do vazamento de petróleo.
“Os planos estão sendo preparados para a evacuação obrigatória de Nova Orleans, Baton Rouge, Mandeville, Hammond, Houma, Belle Chase, Chalmette, Slidell, Biloxi, Gulfport, Pensacola, Hattiesburg, Mobile, Bay Minette, Fort Walton Beach, Panama City , Crestview, e Pascagoula”, escreve Madsen.
Os jornais e a mídia especializada não andam expondo o que realmente deveríamos saber, eles se preocupam muito com acidantes caóticos de trânsito, que todos os dias acontecem e não nos transmite a verdade, a ”destruição” que esta acontecendo em nosso planeta. As pessoas não se conscientizam do tamanho do problema, muitas preferem ligar a TV e ficar vendo ”disputas ” entre a Rede Globo e a Rede Record ou as noticias de sequestro e assalto, coisas que vivemos todos dias.
A corrente marítima está depositando grande quantidade de petróleo nas praias junto com animais mortos e encharcados de óleo na costa do Estado norte-americano da Geórgia. Foram encontradas aves mortas em piscinas de petróleo e dispersantes, que inundaram seus habitats pantanosos. Várias espécies de animais do Golfo do México estão em risco de extinção, como as Tartarugas Oliva e de Couro, a Baleia Cachalote, algumas aves como o Batuíra Melodiosa, e o Esturjão, segundo o Centro Biológico da Diversidade (CBD). Em razão do desastre, a organização pediu à Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estados Unidos que acrescentasse o Atum Azul. Há centenas de aves e mamíferos marinhos que são muito sensíveis ao petróleo – disse o professor Michael Blum, do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva da Universidade de Tulane. “Espécies inteiras podem desaparecer. O Pelicano Pardo acaba de ser retirado da lista de animais em perigo. Se começarem a morrer em grande quantidade, podem voltar à situação anterior”, acrescentou.
É são muitos estragos e muito pouco podemos fazer naquel região, além de divulgar a informação que pouco é passada para população.
FONTE: Revista Viverde, Revista National Geografic
LiveScience: Methane Tracking Could Size Up Gulf Oil Slick
MSNBC: Storm system may slam Gulf, BP cleanup sites
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