
Foto de satélite da Antártida – Wikipedia
Os cientistas do clima têm revelado o mistério de porque o gelo marinho da Antártida tem conseguido crescer, apesar do aquecimento global. Os dados do satélites mostram que nos últimos 30 anos, o gelo do mar Ártico diminuiu enquanto na Antártida o gelo vem se expandindo misteriosamente, de acordo com o líder do estudo Jiping Liu um cientista de pesquisas da Geórgia Tech em Atlanta (a notícia é da revista National Geographic).
Usando um modelo computadorizado e duas décadas de estudos cientistas falam que o forte vento da Antártida mais a junção do mar marinho gera partículas de sal no ar e incentiva a formação de nuvens brilhantes que refletem a luz do sol de volta para o espaço e resfria o ambiente. Com essa teoria o buraco de ozônio tem sido uma das razões do porquê a Antártida não se aquece da mesma forma que em outras regiões do planeta diz o cientista Trenberth.
Buraco na camada de Ozônio imagem de satélite – Wikipedia
Isso tudo nos mostra como a natureza encontra um meio de manter o equilíbrio no planeta, o buraco no ozônio é responsável também pelo aquecimento, mas as coisas não são tão alarmantes e escandalosas como falam. A matéria acima mostra que o gelo não esta derretendo na Antártida. O Ártico sim vem tendo um pequeno derretimento. Há uma serie de fatores que causam o aquecimento no planeta, mas não é tudo culpa da camada de ozônio e da poluição, outros fatores estão contribuindo como o Sol, que ultimamente nos últimos anos vem tendo erupções solares mais frequentes e transmitindo uma enorme radiação, que também afeta, e muito o nosso planeta. O texto da matéria da revista National Geographic também relata uma recuperação na camada de ozônio comprovada por testes, e que seria um fator importante para evolução, mas o assunto não é muito abordado na matéria da revista que acaba fugindo do conteúdo do texto.
Fonte: Revista National Geographic
Autor da matéria da revista: Christine Dell Amore
Imagens retiradas da internet/Wikipedia
Foto de satélite da Amazônia – Wikipedia
Comparado aos países desenvolvidos do hemisfério norte, o Brasil contribui pouco com os gases do efeito estufa, embora as queimadas na Amazônia sejam o grande “pecado” brasileiro. De acordo com a organização não-governamental Iniciativa Verde, essas queimadas respondem por aproximadamente 70% das emissões brasileiras de gases do efeito estufa.
O site Noticias Terra cita que, ”o principal vilão das emissões brasileiras são os desmatamentos na Amazônia. Se não fossem os desmatamentos, o Brasil seria um país que emitiria muito pouco, porque os desmatamentos aumentam muito essas emissões”, concorda o climatologista Carlos Nobre, pesquisador do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec-Inpe).
O governo brasileiro até tenta correr atrás do prejuízo, conseguiu reduzir em 52% o desmatamento da Amazônia nos últimos dois anos. De acordo com o MMA, a redução do desmatamento evitou a emissão de cerca de 430 milhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera. Outra atitude tomada para evitar as queimadas foi a criação de novas unidades de conservação federal, que atualmente já superam 50 milhões de hectares.
Até onde sabemos a Amazônia é o maior bioma brasileiro, mas não o mais abundante em espécies. Os pesquisadores e cientistas entram em discussão, se o bioma com mais diversidade é o do Campo ou a Amazônia. Muitos falam que a Amazônia que é o pulmão do mundo, absorvendo enormes quantidades de CO2 e lançando oxigênio para atmosfera. Pois essa não é a informação correta, as algas que se situam no oceano são o pulmão do mundo, pois são elas que absorvem mais CO2 e emanam mais oxigênio pra atmosfera, e fazem essa função com êzito, pois são organismos simples diferentemente da Amazônia, que é mais complexa e precisa de grandes proporções para se manter.
As queimadas são preocupantes porque prejudicam o ecossistema e o bioma brasileiro, mas em relação a aquecimento global não tem tanta influência, a floresta ajuda um pouco, mas, as algas, ajudam mais que a floresta neste aspecto. Neste momento, 10 países – incluindo os EUA, Rússia e China – são responsáveis por 80% das emissões mundiais de dióxido de carbono. Os Estados Unidos são o segundo maior emissor do mundo, a China ocupa o primeiro lugar com o envio de cerca de 5,8 milhões de toneladas de CO2 para a atmosfera por ano.
(Veja a tabela abaixo)
1º.China – 24.3 % – 5,844,042,000 t
2º.EUA – 14.5 % – 3,263,103,000 t
3º.Rússia – 5.9 % – 1,432,513,000 t
4º.Índia – 5.1 % – 1,220,926,000 t
5º.Japão – 5.0 % – 1,203,535,000 t
6º.Alemanha – 3.3 % – 804,701,000 t
7º.Reino Unido – 2.3 % – 543,633,00 t
8º.Canadá – 2.1 % – 517,157,000 t
9º.Coréia do Sul – 1.8 % – 446,190,000 t
10º. Itália – 1.8 % – 433,018,000 t
*Lista em constante variação*
Os Brasil mesmo com as queimadas, não está nem entre os 10 países mais poluentes. Somnte os 10 primeiros países da lista, sozinhos emanam 80% de toda poluição. Controlar as queimadas vai ajudar somente na preservação do ecossistema, mas não vai ter grande influência no aquecimento global.
Fonte: Noticias Terra
Imagens retiradas da internet/Wikipedia
Photograph by Michael & Patricia Fogden/Minden Pictures/Getty Images -by National Geographic
A ”epidemia” catastrófica fez 30 anfibios de espécies localmente extintas desaparecerem incluindo 5 espécies que foram perdidas antes mesmo de serem indentificadas. As espécies são as últimas vítimas do fungo mortal chytrid. O fungo infecta a pele de um anfíbio, sloughing fora das camadas da pele e causar letargia, perda de peso e morte. A matéria é da Revista National Geographic.

Anfíbio Infectado
A matéria nos traz a informação que algo de grave anda acontecendo, o fungo chytrid não é recente. O primeiro relato de infecção vertebrados por chytrid surgiu em 1998. Mas antes disto em 1990 Biólogos do mundo todo se reunirão no cento da Academia Nacional de Ciências, e relataram que populações de anfíbios de seus países estavam desaparecendo. Comparado aos tempos atuais o fungo já é detectado, mas cientistas e biólogos se preocupão, pois ainda não encontraram uma maneira de combatê-lo diretamente. O desaparecimento de anfíbios causa um desiquilíbrio enorme no meio ambiente, representando, por um lado, a redução de alimento para outras espécies, que também podem acabar diminuindo. Por outro lado, também representa um aumento significativo da população de insetos por falta de um predador natural – insetos que podem se tornar verdadeiras pragas devorando plantas que seriam alimento de outras espécies, desequilibrando todo o sistema ecológico.

Batrachochytrium dendrobatidis
Além disso, os anfíbios (especialmente os batráquios) são muito importantes para estudos científicos, principalmente pelos pesquisadores de remédios, devido às secreções de sua pele. Atualmente, os anfíbios têm atraído a atenção de grandes laboratórios farmacêuticos devido à existência de diversos compostos químicos em suas peles. Com tudo isso, os cientistas tentam uma maneira de neutralizar esse fungo e preservar as espécies, diminuindo, assim, o desequilíbrio ambiental do nosso planeta. Alguns estudos apontam o aquecimento global como um dos fatores da insidência maior desta bactéria. Será? Fica ai a pergunta…
Fonte: Revista National Geographic
Autora da matéria da revista: Christine Dell’Amore
Imagens da Internet/Wikipedia
A natureza é realmente implacável quando reclama dos maus tratos feito pelo homem. Mas nem sempre é o homem o casador dessa fúria, a própria evolução, do planeta requer mudanças e desastres, isto porque estamos em constante evolução. O homem vêm causando muito problemas e não é só o aquecimento global como a maioria fala. Um dos maiores desastres ecológicos está acontecendo agora, encontrasse no Golfo do México provocado pelo vazamento de óleo da British Petroleum (BP).
Em 20 de abril de 2010, a plataforma de petróleo chamada Deepwater Horizon (Horizonte em Águas Profundas), localizada a 42 quilômetros a sudeste de Louisianna, no Golfo do México, explodiu, matando onze trabalhadores e afundando-a nas profundezas do Golfo. Quando a plataforma afundou, o tubo de perfuração se destacou da plataforma e por conseqüência começou a vazar petróleo no fundo do oceano, pois a outra extremidade do tubo de elevação ficou ligado à cabeça do poço no fundo do mar, o que permitiu que o petróleo fluísse livremente de seu reservatório subterrâneo. Esse vazamento vem batendo recordes, o óleo já invadiu as costas litorâneas dos Estados Unidos. Além do petroléo vazando há também uma grande quantidade de metano e outros gases tóxicos. ”No final de maio a BP admitiu que o metano representa cerca de 40 por cento da massa do petróleo que está vazando. Além do metano, grandes montagens tóxicas de sulfeto de hidrogênio, benzeno e cloreto de metileno, entre outros, estão vazando para o Golfo de acordo com a EPA”.
Para diminuir os estragos e conter o vazamento de óleo a BP começou a utilizar um agente químico chamado: COREXIT 9500, para dissipar o petroléo na água. Mas fazendo isso só piorou as coisas. Além do petroléo causar uma ”zona morta” no Golfo do México, o COREXIT 9500, dispersante de óleo utilizado pela BP, de acordo com fontes da FEMA, está se misturando com a água evaporada do Golfo. Esta mistura mortal é então absorvida pelas nuvens de chuva e produz precipitação tóxica que ameaça continuar a matar animais marinhos e terrestres, plantas e os seres humanos, dentro de um raio de 321 quilômetros do local do desastre do Deepwater Horizon no Golfo. De acordo com Madsen, a “zona morta” criada por uma combinação de metano e chuva de COREXIT tóxico, acabará por resultar na evacuação e abandono a longo prazo das cidades e vilas dentro em um raio de 321 quilômetros do vazamento de petróleo.
“Os planos estão sendo preparados para a evacuação obrigatória de Nova Orleans, Baton Rouge, Mandeville, Hammond, Houma, Belle Chase, Chalmette, Slidell, Biloxi, Gulfport, Pensacola, Hattiesburg, Mobile, Bay Minette, Fort Walton Beach, Panama City , Crestview, e Pascagoula”, escreve Madsen.
Os jornais e a mídia especializada não andam expondo o que realmente deveríamos saber, eles se preocupam muito com acidantes caóticos de trânsito, que todos os dias acontecem e não nos transmite a verdade, a ”destruição” que esta acontecendo em nosso planeta. As pessoas não se conscientizam do tamanho do problema, muitas preferem ligar a TV e ficar vendo ”disputas ” entre a Rede Globo e a Rede Record ou as noticias de sequestro e assalto, coisas que vivemos todos dias.
A corrente marítima está depositando grande quantidade de petróleo nas praias junto com animais mortos e encharcados de óleo na costa do Estado norte-americano da Geórgia. Foram encontradas aves mortas em piscinas de petróleo e dispersantes, que inundaram seus habitats pantanosos. Várias espécies de animais do Golfo do México estão em risco de extinção, como as Tartarugas Oliva e de Couro, a Baleia Cachalote, algumas aves como o Batuíra Melodiosa, e o Esturjão, segundo o Centro Biológico da Diversidade (CBD). Em razão do desastre, a organização pediu à Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estados Unidos que acrescentasse o Atum Azul. Há centenas de aves e mamíferos marinhos que são muito sensíveis ao petróleo – disse o professor Michael Blum, do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva da Universidade de Tulane. “Espécies inteiras podem desaparecer. O Pelicano Pardo acaba de ser retirado da lista de animais em perigo. Se começarem a morrer em grande quantidade, podem voltar à situação anterior”, acrescentou.
É são muitos estragos e muito pouco podemos fazer naquel região, além de divulgar a informação que pouco é passada para população.
FONTE: Revista Viverde, Revista National Geografic
LiveScience: Methane Tracking Could Size Up Gulf Oil Slick
MSNBC: Storm system may slam Gulf, BP cleanup sites
Fotos da internet