Acreditando que um amplo acordo global de clima mais justo e eficiente possa ser alcançado em Copenhague no próximo mês de dezembro, durante a 15a Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, a WWF lançou a campanha “Vote pelo Planeta”.
A partir de hoje faltam 21 dias para a Conferência. Ainda podemos colaborar muito com a campanha. Acesse o site da campanha e veja como você pode ajudar para convencer os líderes mundiais a tomar as medidas necessárias para evitar o aquecimento global.
Foto: © Greenpeace / Alan Greig
Sem elas o que seria deste mundo?
Se você deseja saber o que fazer para salvar a floresta, clique aqui.
Em comunicado aos ativistas do Greenpeace e da Avaaz, foi dado o ALARME CLIMÁTICO para o dia da reunião histórica sobre o clima que será realizada em Compenhague, na Dinamarca. Está em jogo o futuro de nosso planeta, e por consequência da humanidade.
Dia 29 de agosto começou a contagem regressiva dos 100 dias para a conferência que definira o que o mundo fará para combater as mudanças cilmáticas.
O Greenpeace, no dia 29/08, fez a primeira de uma série de atividades que realizará ao longo destes 100 dias que antecedem a 15º reunião da Convenção do Clima (CoP15), que será realizada de 07 a 18 de dezembro deste ano em Copenhague, na Dinamarca. Clique aqui, para enviar uma mensagem para o nosso Presidente e ajudar o nosso planeta.
O Brasil tem papel importante nessa reunião, porque somos o quarto maior emissor de gases do efeito estufa, que causam o aquecimento global, segundo informação do Greenpeace. O Brasil também está entre as dez maiores economias do mundo, possui muitos recursos naturais como a floresta amazônica por exemplo, e um grande potencial de geração de energias renováveis. Vejam aqui a programação e informações das atividades a serem realizadas, e participe. Faça sua parte.
A Avaaz pretende participar de um “despertar climático” aos chefes de estado no dia 21 de setembro com grupos do mundo todo. Todo mundo esta convidado a ir as ruas pacificamente para soar alarmes e participar a organizar ações em grandes cidades do país. O barulho deste chamado massivo será levado para todos os países presentes na Assembléia Geral da ONU que acontecerá dias depois em Nova York. A internet será uma ferramenta importante para compartilhar e divulgar estas ações.
Assine a petição da Avaaz aqui e junte-se ao PyleMusic também nessa ação. O futuro da humanidade está em nossas mãos, e na nossa consciência.
O WWF também faz a sua parte e você pode saber mais em seu site.
Você pode acessar aqui e votar a favor do Planeta, também participando de atividades e divulgar pelo seu blog ou página da internet.
Você pode ajudar publicando vídeos na internet aqui, com mensagens em prol do planeta, divulgar no Twitter, nas redes sociais que participas e através de seus amigos.
Você pode saber mais sobre as Mudanças Climáticas aqui e sobre o Acordo Global de Clima aqui.
Esta indicação de video produzido pela Tides Foundation, já conhecido do pessoal do Pyle, veio através de nosso querido amigo e músico Mario Falcão, que por sinal faz um belo trabalho e que em breve falaremos aqui no blog.
Este video chamado de “A História das Coisas”, mostra como o homem contribui para poluir e destruir o planeta baseado na cultura do consumo. É longo, mas muito importante e útil para se saber como funciona a destrutiva cadeia de consumo em nosso planeta. O vídeo nos faz pensar, refletir, mas precisamos também criar consciência e agir para deixarmos um mundo melhor para nosso filhos…
Foto de ATIS547 sob licença Creative Commons 2.0 BY-NC-SA
Bem bacana as dicas dadas pelo Greenpeace em seu site, para que cada um de nós possa melhorar a relação com o planeta em que vivemos, usando de hábitos diários simples. Abaixo vou listar alguns deles:
Mais dicas para diminuir o impacto ambiental em sua casa veja aqui.
Mais dicas para diminuir o impacto ambiental em seu trabalho veja aqui.
Mais dicas para diminuir o impacto ambiental na sua escola veja aqui.
Isso é o mínimo do mínimo que podemos fazer com relação ao meio-ambiente e para o futuro de nossas gerações. A ordem aqui é agir, e não apenas pensar a respeito.
foto David Zaks – sob licença CC 2.0 BY-NC-SA
É isso mesmo! Enquanto a Antártida derrete e a Amazônia queima, os chefes de estado do mundo não chegaram em acordo algum a respeito do clima mundial na reunião de Bonn, na Alemanha, que terminou no dia 08/04. Será que todos nós estamos cegos e surdos que não vemos e nem ouvimos nada que nosso planeta pede? Apenas eles, chefes de Estado, foram avisados de que o planeta não necessita de nada, que é tudo fruto de nossa criativa imaginação? Estão esperando o quê? Passar mais um ano?
Como descreve o Greenpeace em seu site, o coordenador da campanha do Clima do Greenpeace, Guarany Osório, que acompanhou de perto a reunião em Bonn, afirma em bom tom que:
“Enquanto diplomatas e negociadores não mostravam a menor vontade política de fechar um acordo sobre o clima em Bonn, no mundo real, a Antártida continuava derretendo”.
“Os lideres do mundo têm que perceber que eles não podem mudar a ciência, então têm mudar as políticas públicas urgentemente. A ciência é clara, os números das metas e o valor do dinheiro para salvar o clima são obscuros”, diz.
A chance que o mundo terá novamente de entrar num acordo político e econômico, antes da reunião final em Copenhagen na Dinamarca, será em junho na próxima reunião preparatória.
Até lá iremos presenciar por mais alguns meses o derretimento dos pólos e a derrubada interminável da Amazônia.
Faça um experimento aqui.
Fonte: Greenpeace Brasil
Você já ouviu falar da Hora do Planeta? Este ano, pela sexagéssima vez, os cidadãos do mundo apagarão as luzes de suas casas entre 20h30 e 21h30, como forma de mostrar que é possível (ainda) salvar o planeta azul da destruição.
Para participar e pegar seus banners, acesse o link abaixo e divulgue: por e-mail, em seu blog, no seu site. Convide todos a participar.
O dia é 28 de março. A hora está marcada. Você vai fazer a sua parte?
WWF Hora do Planeta 2009 – Cadastre-se na Hora do Planeta!

Por algumas razões, prefiro adotar a expressão “consciência ambiental” do que “consciência ecológica”. Acho que a primeira é um pouco mais abrangente (ou ao menos tenta ser), pois me parece que tenta inserir o ser humano como parte indissociável daquilo que deva ser um ambiente ecologicamente equilibrado. Tanto que hoje em dia já se fala e escreve em Direito Ambiental do Trabalho, por exemplo.
Esta impossibilidade de dissociação do ser humano do ambiente natural e ecologicamente equilibrado é fato. O homem, queiram ou não, faz parte desse sistema. E esse sistema foi desenvolvido e estruturado por ele e já contando com ele. O seu eventual desaparecimento, podem ter certeza, acarretaria também sérios desequilíbrios na balança da mãe-natureza, mesmo que contornáveis por ela própria. Pois a vida sempre encontra um jeito, como dizia um personagem biólogo do filme Jurassic Parck. No mais, para quem queira aprofundar o tema, recomendo a leitura de “O Mito Moderno da Natureza Intocada”, de Antonio Carlos Diegues.
Contudo, o outro fato é que estamos vendo e sofrendo o resultado de nossa má-interação com o ambiente em que vivemos e do qual fazemos parte. Eis o fato negativo. Então somos maus em essência? Somos inimigos do meio natural desde que nascemos? Nossa existência e bem-estar são incompatíveis com a natureza? Não, ao contrário, é óbvio!
O que fazer então? Modificarmos totalmente o nosso modo de vida, e voltarmos para as cavernas, tribos e aldeias? Impossível. Somos muitos, e a caça e a colheita de frutas não dariam para todos. Talvez o desastre ecológico daí advindo fosse ainda pior. Radicalismos sempre foram as piores e mais burras respostas a um problema real.
Mas como “salvar” a Terra das nossas inconseqüências? Bom, em primeiro lugar, e sinto muito dizer isso, a Terra não precisa ser salva de nós, seres humanos inconseqüentes. Falei acima que “a vida sempre encontra um jeito”. COM ou SEM nós. Como naquela piada que a mulher fala para o marido que sexo na casa deles é feito todos os dias, com ou sem ele. Portanto, “consciência ambiental”, não inicia com essa visão estreita de que estamos “salvando” a Terra. Não, muito ao contrário, estamos, sim, salvando-nos! Pois o planeta vai dar um jeito, seja daqui a 1.000, 500.000 ou 1.000.000 de anos, a vida, ainda que seja sob a forma de uma simples plantinha, poderá retornar. Já a existência humana… é outro assunto.
Apesar de tudo que já ocorreu e nos fez chamar a atenção para o nosso modo de agir, creio que ainda está em tempo de salvarmos a nós mesmos, resguardando o ambiente que vivemos e de que tanto necessitamos. E como fazer isso?
O presente artigo não tem por objetivo servir de roteiro para atuações pessoais “ecologicamente corretas”. Sobre isso, sejamos francos, existem inúmeras campanhas e informações, inclusive na grande mídia. Basta a pessoa querer e procurar se informar.
Uma das máximas nessa questão é “pensar globalmente e agir localmente”. E nada mais acertado, convenhamos.
Assim, e só a título de exemplo, indago: você já comprou uma sacola retornável para as compras de supermercado (problema do excesso de sacolas plásticas nos aterros de lixo)?
Se você disser “não”, porque não quis, problema seu. Se você disser “sim”, ok. Mas se você responder “não”, porque já era desde a muito um consumidor consciente e sempre ia nos supermercados com sua boa e velha sacola de nylon listrada e colorida, comprada nos anos 80, e vou dizer… “Putz! Você fez a sua parte”. Mas será que agora não seria o momento de pagar apenas R$ 2,00 (pela sacola retornável) para conscientizar e difundir essa idéia nos outros consumidores? “Ah, mas alguém está ganhando com a tal sacola nova!?” Infelizmente, sim, é verdade. Mas até onde você iria para agir localmente? R$ 2,00? R$ 5,00? R$ 100,00? Quanto vale o seu futuro?