Eu tive o prazer de conhecer o Raphael Moraes aqui em Porto Alegre, durante o 1º Fórum Música para Baixar, e ser presenteado com o CD da banda. Uma pessoa genial, profissional e articulada, super comprometida com a música e com o social, além de ser super talentoso, como podemos ver no trabalho de alta qualidade de sua banda Nuvens, de Curitiba.
A banda Nuvens foi formada por Raphael Moraes entre 2006 e 2007. A estréia ao vivo da banda foi em 12 de novembro de 2007. Hoje, o grupo busca trilhar um caminho baseado na fusão de diferentes formas de arte, trabalho visível em espetáculos como Nuvens no Cinema e Nuvens em Sombras, resultados de parcerias com artistas de circo, maracatu e teatro de sombras. Tem parcerias importantes, e para o futuro pretende manter esse trabalho, sempre buscando nas suas produções proporcionar o melhor possível, para banda, artistas e, é claro, o público.
Prezando por sons puros e orgânicos, a Nuvens traz aos palcos uma formação diferente do que se costuma ver no “novo rock” nacional. Seus 6 músicos, Amandio Galvão, guitarra e vocal; Vinicius Nisi, piano/hammond e sintetizadores; Luís Bourscheidt, bateria e vocal; Marcos Nascimento, baixo; Marcus Pereira, percussão e Raphael Moraes, guitarra, violão e voz, flutuam entre o rock, o pop, o folk, a mpb e o roots; entre o cenário urbano e a natureza; entre o homem social e o ser humano.
Ação no projeto Amor em Movimento realizado pelo coletivo Nuvens
Para conhecer o primeiro álbum da banda você tem 2 opções: a virtual e a material. Pela internet, você pode ouvir parte do disco no MySpace; baixar todo o disco de graça no site Trama Virtual e no site Reverbnation ou, ainda, pagar pelas mp3 no Trevo Virtual . Para adquirir o CD é só ir até qualquer loja da rede Fnac e/ou rede Livrarias Curitiba/Catarinense pelo Brasil ou entrar em contato com a banda através do e-mail vendas@nuvens.net, e receber o disco em qualquer lugar do país.
Em 2009, a Nuvens dividiu o palco com os paulistas d’O Teatro Mágico em algumas cidades do interior do Paraná, repetindo o sucesso da parceria que começou em novembro de 2008 em Curitiba. Ainda esse ano, a banda promete continuar o projeto Sarau nas Nuvens, que abre espaço para novos artistas de várias vertentes se expressarem, fará mais apresentações do espetáculo Nuvens em Sombras, que estreou no Festival de Teatro de Curitiba, e reserva surpresas para a comemoração dos seus 2 anos, que acontece no final do ano.
Um novo álbum já está nos planos da Nuvens e deverá ser lançado em 2010
O primeiro videoclipe da banda será produzido e tem previsão de lançamento em dezembro em um show inusitado no Cine Água Verde para comemorar também o primeiro aniversário do grupo. A canção escolhida foi “A redenção de bicicleta”, que já toca na programação das rádios locais e do Sul do país, e conta com um roteiro que potencializa a verdade da música.
O trabalho realizado por Raphael e o coletivo Nuvens é um exemplo para se seguir para todas as bandas e artistas que desejam trilhar um caminho independente e sustentável de seu trabalho. Só tenho que agradecer em conhecê-los e desejar a essa “trupe” muito mais sucesso em sua trajetória.
A agenda da banda você pode conferir aqui.
Coletivo Nuvens
Contatos:
Raphael Moraes (41) 8419 8940; (41) 9925-0697
Marcus Pereira (41) 9611-8556; (41) 3779-7635
E-mail : contato@nuvens.net
Site: www.nuvens.net
Ouçam e sintam o som das nuvens…
1º Forum Música Para Baixar – Porto Alegre/RS
Da esquerda para a direita: Leandro Anton do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo, Fernando Rosa (SenhorF), Viviane Rosa Querubim do Instituto Paulo Freire e Gerson Ramos
Após o 1º Fórum Música para Baixar, realizado em Porto Alegre/RS paralelamente ao FISL 10, a correira do dia-a-dia voltou e pouco tempo tive para falar a respeito aqui no blog, mas agora consegui me reorganizar em parte e voltarei a publicar com mais frequência por aqui, espero…
O resultado do 1º Fórum MPB foi excelente, com debates de alto nível e esclarecedores a respeito do que se trata o Música para Baixar e os desejos de músicos e autores de se libertarem das amarras do velho modelo de mercado da música.
O Manifesto desse movimento, escrito por várias mãos já atuantes do Movimento MPB, está já concluido e arrecadando assinaturas e adesões. Para artistas, músicos, compositor@s, fãs, pesso@s em geral, geeks, cidadãos e cidadãs desse país que acreditam na liberdade e na música livre assinem lá e vamos todos aderir ao Movimento que debaterá no Brasil o Futuro da Música, o direito autoral atual e suas consequências para a sociedade do futuro. Vamos lutar para melhorar as relações humanas e pela descriminalização do compartilhamento da música, porque não tem sentido proibir a todos de serem livres, inclusive e principalmente artistas e compositor@s. O Movimento Música para Baixar é a favor do artista, do músico, do compositor, do mundo livre, da cultura livre, da maioria.
No evento estiveram presentes músicos de vários lugares do Brasil, bandas muito bacanas, produtores muito legais e pessoas da maior competência e qualidade. Só tenho elogios. O Teatro Mágico nas pessoas maravilhosas dos manos Gustavo e do Fernando Anitelli, cabeças de tudo e de todos, e claro, sua maravilhosa e profissional trupe, Leoni cara genial e muito especial, GOG maravilhoso e senhor da palavra, Banda Nuvens representada pelo querido e agora amigo Raphael agitando o MPB no Paraná, Sol na Garganta do Futuro, caras muito bacanas do maravilhoso Fabricio Noronha, Coyote Guará e seus bluseiros em especial pelo contato com o Deivi Khun e o querido e amigo produtor Luis Ramirez da Midia.com, Richard Serraria, Marcelo Cougo e toda a galera da BataclãFC que detonaram nos shows, O “viralata” multimidia e genial Eduardo Ferreira (Casa Brasil – Unidade Mato Grosso/ MT), Fernando Rosa o SenhorF em cima de toda sua experiência e gentileza, a divertida e especial Jaqueline Fernandes de boneca incomparavelmente linda (palavras do Fernando Anitelli no elevador), Juca Culatra com seu reggae e seu coração maravilhoso, maravilhosa e divertida rapper Kalyne Lima que faz um trabalho de primeira com seu AfroNordestinas, Mateus Zimmermann e sua atitude verdadeiramente jornalística de apoio a tudo, Pablo Capilé genial vice da Abrafin, Moyses Lopes (Camerata Brasileira), Ellen Oléria, Luana Vilutis do Instituto Paulo Freire, José Vaz do MinC, Marcelo Branco que garantiu as honras pra galera no FISL e muito mais, Everton Rodrigues, grande parceiro, grande articulador e grande responsável pela organização e sucesso do evento junto com todos dem@is, pesso@l do software livre e organizador@s e assessor@s impecáveis do FISL e muitos e muitas outras pesso@s bacanas que se as esqueci de citar aqui, as lembro no coração.
1º FMPB – Porto Alegre/RS – Show no Teatro do CIEE – GOG, Ellen Oléria e Kalyne Lima
Na mesa de debate em que participei, que teve como tema “Democratização da comunicação e distribuição de conteúdos culturais alternativos”, que ocorreu no dia 26 de junho, na Casa dos Bancários, no centro de Porto Alegre, ilustrada na foto inicial deste post, se debateu em cima das necessidades dos artistas e o uso das ferramentas na internet para que alcancem seu objetivo, onde me concentrei em falar da importância do artista nesse processo de mudanças, de como é importante para o artista mudar sua visão e postura frente ao novo, buscando exemplos em quem está sabendo usar a internet de forma sustentável como o Teatro Mágico, Leoni, GOG e SenhorF e muitos outros, e da importância da interação direta com o público. Também citei a necessidade de se viabilzar plataformas tecnológicas que tragam realmente condições de negócios para os artistas e que usem do conceito e recursos que a internet possui, que é o caso do PyleMusic, uma plataforma que estamos construindo para suprir essas necessidades, pois acreditamos que o futuro da música é livre e independente e o artista precisa ter o controle de seu próprio negócio de forma ampla e justa. Assim que estivere disponiveis os videos deste e outros debates, disponibilazeremos aqui no blog.
O MANIFESTO DO MOVIMENTO MÚSICA PARA BAIXAR
Após dias de debates intensos e muitos shows maravilhosos dessa galera toda, nasce o Manifesto do MPB, escrito por várias mãos e várias mentes capitaneadas por Leoni em sua versão formal. Formal, porque também existe a versão lúdica/poética confeccionada pela galera poeta que aderiu ao MPB desde seu início.
No Blog do MPB, fica claro que o Movimento Música Para Baixar já é um sucesso. Com menos de 10 dias de existência, o Manifesto já tem mais de 480 adesões entre elas, além de todos citados acima, diversas pessoas e profissionais de diversas áreas, músicos e produtores independentes e músicos importantes da cena brasileira musical, como o Roger do Ultraje a Rigor, Paulo Ricardo, Leo Jaime, Ritchie, André Abujamra, e claro, o Leoni um dos principais ativistas desse movimento e responsável por trazer estes nomes para o MPB.
Com as adesões crescentes do Manifesto Movimento Música para Baixar, fica claro que a maioria de artistas, autores e produtores de música, fãs e pessoas em geral sabem mais do que ninguém que a música é livre, e que o artista deseja essa liberdade mais do que ninguém.
Vamos fortalecer o MPB, assinar o Manifesto e partir para o debate aberto e conclusivo das necessidades reais que importam à maioria da cadeia produtiva desse merccado e traçar os rumos do futuro da música.
O PyleMusic esta apoiando 100% o MPB, e vindo para suprir muitas das necessidades que orbitam na cadeia produtiva da música, e acreditamos que estaremos em breve no ar para oferecer algo diferente e amplo para o mercado independente de música.
Conheça aqui, na íntegra, o Manifesto Movimento Música para Baixar:
É a partir do surgimento da democratização da comunicação pela rede cibernética, que a conjuntura na música muda completamente.
Um mundo acabou. Viva o mundo novo!
O que antes era um mercado definido por poucos agentes, detentores do monopólio dos veículos de comunicação, hoje se transformou numa fauna de diversidade cultural enorme, dando oportunidade e riqueza para a música nacional – não só do ponto de vista do artista e produtor(a), como também do usuário(a).
Neste sentido, formamos aqui o movimento Música para Baixar: reunião de artistas, produtores(as), ativistas da rede e usuários(as) da música em defesa da liberdade e da diversidade musical que circula livremente em todos os formatos e na Internet.
Quem baixa música não é pirata, é divulgador! Semeia gratuitamente projetos musicais.
Temos por finalidade debater e agir na flexibilização das leis da cadeia produtiva, para que estas não só assegurem nossos direitos de autor(a), mas também a difusão livre e democrática da música.
O MPB afirma que a prática do “jabá” nos veículos de comunicação é um dos principais responsáveis pela invisibilidade da grande maioria dos artistas. Por isso, defendemos a criminalização do “jabá” em nome da diversidade cultural.
O MPB irá resistir a qualquer atitude repressiva de controle da Internet e às ameaças contra as liberdades civis que impedem inovações. A rede é a única ferramenta disponível que realmente possibilita a democratização do acesso à comunicação e ao conhecimento, elementos indispensáveis à diversidade de pensamento.
Novos tempos necessitam de novos valores. Temas como economia solidária, flexibilização do direito autoral, software livre, cultura digital, comunicação comunitária e colaborativa são aspectos fundamentais para a criação de possibilidades de uma nova realidade a quem cria, produz e usa música.
O MPB irá promover debates e ações que permitam aos agentes desse processo, de uma forma mais ampla e participativa, tornarem-se criadores(as) e gestores(as) do futuro da música.
O futuro da música está em nossas mãos. Este é o manifesto do movimento Música Para Baixar.
Ontem a noite tive um papo tri legal com Leoni. A conversa aconteceu num “café” perto do hotel onde ele estava hospedado. Marcamos as 18h, mas me atrasei 15min, porque eu estava no ponto de cultura Quilombo do Sopapo ministrando uma oficina para a turma de tecnologia da informação. Essa turma está organizando-se para montar um empreendimento de economia solidária. Além disso, perto das 17h chegou um amigo com seu lap top com software livre e um modem 3g recém lançado, o que dificulta a instalação. Então, gastei um tempo com isso, e perdi a hora. Portanto, ta justificado o meu atraso.
Mas, esse papo com Leoni não aconteceu do nada. A rede que queremos construir funcionou. No dia 24 de abril estivemos no Paraná, eu (Everton Rodrigues) e Gustavo Anitelli produtor da Trupe o Teatro Mágico para alguns debates sobre a conferência nacional de comunicação, e entre os temas estava o movimento Música Para Baixar (MPB). Lá, apresentado por Gustavo conheci Raphael da banda Nuvens, onde trocamos muitas idéias sobre o movimento MPB. E para a conversa Raphael convidou o produtor Felipe Simas que produziu show do Leoni no Paraná, e na conversa ele comentou das idéias e práticas do Leoni. Depois disso, eu Gustavo decidimos que iríamos conversar com Leoni para ver o que poderíamos fazer em relação ao MPB. Gustavo ficou com a tarefa de falar com Leoni, e assim o fez por telefone. Numa dessas ligações de Gustavo para Leoni, Gustavo ficou sabendo que Leoni estava em Porto Alegre. Então propôs uma conversa entre eu e Leoni que topou.
Leoni mantêm o blog Musica Líquida, e lá está debatendo a nova economia da música frente a internet e a convergência digital.
A conversa girou em torno das novas possibilidades que a internet nos traz, e também concluímos que estamos usando limitadamente essa ferramenta para a formação de nossas redes alternativas a esse mercado da música, que é concentrador e a serviço das gravadoras e editoras, onde a maioria das criadoras(es) e produtoras(es) recebem a menor parte do resultado da economia da música.
O mundo mudou e está mudando a cada dia com muita velocidade com a internet, e quem constrói a rede é quem mais apropria-se dela, embora vivemos atualmente o paradoxo dos benefícios da sociedade em rede e as perigosas possibilidades da sociedade do controle. Vale dizer que a internet é uma rede de pessoas, e portanto, é como Manuel Castells define no seu livro Internet Galáxia:
Na Página 34 ao escrever sobre a cultura da internet, ele diz que no atual estágio da internet é bom distinguir entre produtores/usuários e consumidores/usuários. Ele afirma que a cultura da internet é a cultura dos criadores da internet. E essa cultura da internet é caracterizada por 4 camadas:
Primeira Camada: A cultura tecnocrática que são os geeks ou nerds, que a descoberta tecnológica é o valor supremo; Que para ser respeitado como membro da comunidade e como autoridade deve agir de acordo com as normas formais e informais da comunidade e não usar recursos para seu beneficio exclusivo;
A segunda camada: Na página 42 Castells fala da cultura Hacker: “Mas um melhor desempenho, quando desvinculado de instituições compensatórias, requer a adesão a um conjunto de valores que combina a alegria da criatividade com a reputação entre os pares (outros membros da comunidade)”
Suprema nesse conjunto de valores é a liberdade. Liberdade para criar, liberdade para apropriar todo o conhecimento disponível e liberdade para redistribuir esse conhecimento sob qualquer forma ou por qualquer canal escolhido pelo hacker.
Com isso Castells demonstra que a criação não é motivada apenas pela busca do lucro, mas pode ser pela satisfação imediata que o hacker tem ao exibir sua genialidade para todos. Ou prestígio ou reputação frente a sua comunidade autodefinida que não depende de instituição empresarial ou governamental.
Na página 43, ele escreve: Há na cultura hacker um sentimento comunitário, baseado na integração ativa a uma comunidade, que se estrutura em torno de costumes e princípios de organização social informal.”
“Naturalmente, dinheiro, direitos formais de propriedade ou poder institucional são excluídos como fontes de autoridade de reputação”
A Terceira camada: Comunidades virtuais: Segundo Castells (página 46) As fontes culturais da internet não podem ser reduzidas, porém, aos valores dos inovadores tecnológicos.
No início as comunidades virtuais eram compostas em sua maioria pelos criadores da internet, mas na década de 80, a maioria dos integrantes não eram peritos em programação. Em 90 com a explosão da internet milhões de usuários levaram para a rede suas inovações sociais com a ajuda de um conhecimento técnico limitado… inclusive na forma de muitas de suas manifestações comerciais, foi decisiva.
E a quarta camada: Os empresários (lucro) (página 49). A difusão da internet a partir de círculos fechados de tecnólogos e pessoas organizadas em comunidades para a sociedade em geral foi levada a cabo por empresários. (página 52). Os empresário da internet são antes criadores que homens de negócios, mais próximos da cultura do artista do que da cultura corporativa tradicional.
Trago essa reflexão para defender/propor que adotemos a cultura hacker, a economia solidária na música livre. Porque não podemos levar esse conceito para além dos códigos ou de programar/comunicar através dos computadores? Mudamos o mundo com a prática de uma nova cultura bem diferente dessa nossa atual é claro, e vamos ter que forjar em nosso dia-a-dia.
Leoni diz que é um dos grandes beneficiados por esse sistema legal pelo sucesso da sua obra, mas que a lei do direito autoral é tão rígida que a juventude está sendo transformada em marginais. Veja esse post no blog.
Leoni em Show – Foto de Zh@nni
Contei a ele sobre as articulações do movimento Música Para Baixar e da nossa visão em construir espaços/fóruns para refletir sobre a música livre em que tudo poderá ser acessado e disponibilizado na internet de forma colaborativa. Ao mesmo tempo criando mecanismos de geração de renda balizados pelos princípios da economia solidária.
Leoni defende que quanto mais se da mais se ganha. Entendi que essa idéia parece com o pensamento de que quando plantamos temos o que colher, ou seja, para uma planta viver e dar frutos é preciso dar água, limpar de ervas daninhas e adubar para a planta crescer com vitalidade, e tudo isso é uma doação. Penso que na música também deve ser assim. Não somente na música, mas em tudo. Nem tudo precisa ser vendido.
Ele também imagina que num futuro muito próximo não vamos precisar baixar música, já que, conectar será muito fácil, e então, compartilhar músicas será como respirar. Com a abundância de músicas ele entende que simplesmente vender música não será mais o negócio, e sim vender produtos agregados, onde comprar produtos dos artistas será um passaporte para acesso a outros conteúdos exclusivos.
O Teatro Mágico – foto de his bloody valentine sob licença CC 2.0 BY-NC-SA
Bacana saber que grande parte do repertório do show “A Noite Perfeita” que Leoni está fazendo no RS foi eleito pelos internautas que curtem a obra dele. Isso aconteceu através de uma votação na sua página eletrônica. Além disso o próprio Leoni através do site socializa ingressos para seus shows. Com isso ele acredita que a internet é a ferramenta de comunicação mais adequada para o artista sem intermediários comunicar-se com os usuários da sua música.
E no final convidei ele para estar em Porto Alegre em junho para nossos debates do movimento MPB. Ele topa. Vamos agora agilizar os procedimentos para isso acontecer.
Vamos que vamos. Valeu Leoni. Vamos trocar mais idéias sobre esses processos…