Sérgio Rojas & Banda no Porto Verão Alegre 2012
Show “Com um pé no Prata”
Participações especiais:
Renato Borghetti, Alejandro Brittes (acordeon) e Kako Pacheco(bombo leguero)
Onde: Teatro de Câmara Túlio Piva (República, 575 – Cidade Baixa/PoA)
Quando: 7 e 8 de fevereiro de 2012, às 21 horas (terça e quarta)
Informações/ingressos antecipados/ descontos/locais de compra: http://www.portoveraoalegre.com.br
No palco com Sérgio Rojas: Diego Floreio (da Vera Loca) no teclado, Guiza Ribeiro na guitarra, Bilo Salau no contrabaixo, Dionara Schneider no teclado e Cacá Lazzari na bateria.
![]()
Foto:Eduardo N. Rosa
A banda Lautmusik lança seu mais novo trabalho denominado “Lost in the Tropics”, mas ao contrário do que diz o título do álbum, esta banda está longe de estar perdida nos trópicos. “O Cairo é aqui…”.
Seu novo trabalho e o primeiro álbum completo da banda mostra uma grande maturidade no som e nas composições, bem como, considero ser um dos trabalhos mais originais que ouvi nesses últimos anos.
“Lost in the Tropics” navega em muitas fontes do post punk da década de 80, mas a banda conseguiu dar sua própria identidade com um som atual e denso, guitarras viscerantes e distorcidas, baixo forte e pulsante e uma bateria na medida para conduzir você a uma experiência realmente prazerosa, levando seus pensamentos para década de 80 mas ao mesmo tempo lhe trazendo um sentimento de atualidade de século XXI. Simplesmente bárbaro!
O trabalho atual, todo cantado em inglês, como sempre, com exceção da canção Mai, que Alessandra canta em alemão – lingua que domina e que se traduz no nome da própria banda Lautmusik (música alta), e que segundo ela, resolveu cantar em alemão porque “a música soava melhor na lingua saxã” em entrevista dada no site Lizt.
O álbum foi gravado em Porto Alegre, Brasil em 2011, nos estúdios 7, Mubemol e Marquise 51. Foi produzido por Eduardo Suwa e masterizado em Tampa, Flórida nos Estados Unidos por Black Dog Mastering Studios.
A arte da capa é de Murilo Biff, guitarrista da banda e as letras de Alessandra Lehmen.
Lost in the Tropics é:
1. Afraid to Fly
2. Mai
3. Kino Kosmos
4. Jellybean
5. Tugboat
6. Lost in the Tropics
7. Merge
8. Cloud Nine
9. White Cliffs of Dover
10. Gorky Park
11. Walk the Walk
A banda é formada atualmente por Alessandra Lehmen (voz), Cassio JD (guitarra), Murilo Biff (guitarra), Guilherme Nunes (baixo) e Rodrigo Prati (bateria).
Você pode acompanhar a Lautmusik em:
http://twitter.com/#/lautmusik
http://www.myspace.com/lautmusik
Curta o álbum Lost in the Tropics por completo abaixo, vale cada faixa:
Artista e produtores brasileiros redigiram uma carta aberta em defesa de seus legítimos interesses e estão convocando todos os setores da cultura para um debate aberto e democrático sobre a reforma da lei de direitos autorais brasileira. Vejam a carta a seguir:
TERCEIRA VIA PARA O DIREITO AUTORAL
O debate sobre a reforma da Lei de Direitos Autorais tem cada vez mais se polarizado entre os que defendem a manutenção do sistema atual e aqueles que querem flexibilizar radicalmente as regras. Posições extremas que levam a um impasse incontornável e perigoso.
Nenhum desses pontos de vista nos parecem equilibrados ou conscientes dos problemas, desafios e possibilidades gerados pela nova ordem digital. Uma proposta conciliadora deverá preservar fundamentos conquistados durante anos de trabalho da classe autoral e também incluir a nova cultura de acesso e consumo de bens culturais. O futuro não deve aniquilar o passado. O passado não pode evitar a chegada do futuro.
A grande questão a ser respondida, como propôs o diretor geral da OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual), Francis Gurry, é: Como a sociedade pode tornar as obras culturais disponíveis para o maior público possível, a preços acessíveis e, ao mesmo tempo, assegurar uma existência econômica digna aos criadores e intérpretes e aos parceiros de negócios que os ajudam a navegar no sistema econômico? Uma resposta adequada virá de “ uma combinação de leis, infraestrutura, mudança cultural, colaboração institucional e melhores modelos de negócio”, ou seja, será fruto de um pacto entre diversos setores da sociedade.
Diante deste cenário, propomos uma Terceira Via para o debate sobre Direitos Autorais que agrega ideias e expande a abordagem. Entre nossas demandas destacam-se:
1. Defesa do Direito Autoral
Entendemos ser fundamental a preservação do direito autoral – inclusive no ambiente digital. É urgente a criação de mecanismos para remuneração do autor na Internet com o estudo de novas possibilidades de arrecadação no meio digital. Nesse sentido, a meta é uma política que, sem criminalizar o usuário, garanta a remuneração dos criadores e seus parceiros de negócios. Defendemos igualmente maior rigor com rádios e TVs inadimplentes.2. Associações de Titulares de Direitos Autorais democráticas e representativas
As Associações precisam aprimorar seus mecanismos de decisão, envolver todos os autores e titulares em um ambiente democrático para garantir sua legitimidade mediante representação real e efetiva. Através do uso da tecnologia, as Associações devem modernizar a comunicação com autores e titulares, mostrar transparência, simplicidade e eficiência.3. Aprimoramento Tecnológico e Transparência do ECAD
Defendemos o fortalecimento e a evolução do ECAD através da modernização e informatização total do sistema de gestão coletiva tanto no mundo real quanto digital. É fundamental a simplificação dos critérios de arrecadação e distribuição com transparência total.4. Criação de um Órgão Autônomo de Regulação do ECAD
Criação de um órgão – cuja composição precisa ser cuidadosamente estudada – que promova a mediação de interesses, a transparência na gestão coletiva, além da fiscalização e regulação do sistema de arrecadação e distribuição de Direitos Autorais no Brasil.5. Um ente governamental de alto nível dedicado à Música
A Música precisa ser entendida como força econômica importantíssima – inclusive para exportação da imagem e dos valores de nosso país – que, por se encontrar dispersa, requer aglutinação. A criação de uma “Secretaria da Música”, ligada ao Ministério da Cultura, é essencial para que o governo tenha um ponto de contato com o setor em sua totalidade. Este órgão precisa de poder decisório e capacidade de articulação para agir tanto como ponto focal para que o setor se organize ao seu redor quanto ser o interlocutor dentro do próprio governo, pela transversalidade inerente ao campo de atuação da Música.Diante da relevância do tema para as políticas culturais do país e do mundo, pelo potencial de geração de riquezas, pela sua importância simbólica, cultural, política e social, pedimos que a reforma do sistema de direitos autorais e a criação da Secretaria da Música sejam entendidas como prioridades para o Estado brasileiro.
Colocamo-nos à disposição do Ministério da Cultura para um dialogo aberto e equilibrado. Temos certeza que juntos podemos construir o mais avançado, moderno e transparente sistema de Direitos Autorais do planeta, e aprimorar nossa Música – cultural e economicamente – através de politicas democráticas.
NOTA: Gostaríamos de registrar nosso repudio a todo e qualquer debate ofensivo e desrespeitoso. Apoiamos, acima de tudo, a troca de ideias inteligente e equilibrada.
Assinam esta Carta: ABMI, Alberto Rosenblit, Alessandra Leão, Alice Ruiz, Alvaro Socci, Ana Carolina, André Abujamra, Antonio Pinto, Antonio Vileroy, Bárbara Eugênia, Barbara Mendes, Béko Santanegra, Benjamim Taubkin, Bernardo Lobo, Blubell, Braulio Tavares, Bruno Morais, Cacá Machado, Cacala Carvalho, Carlinhos Antunes, Carlos Café, Carlos Careqa, Carlos de Andrade, Carlos Mills, Carol Ribeiro, Celia Vaz, César Lacerda, Charles Gavin, Chico Chagas, Clarice Grova, Claudio Lins, Claudio Valente, Cooperativa Cultural Brasileira, Cris Delanno, Cristina Saraiva, Dado Villa-Lobos, Daisy Cordeiro, Dalmo Medeiros, Daniel Campello Queiroz, Daniel Ganjaman, Daniel Gonzaga, Daniel Musy, Daniel Takara, Daniel Taubkin, Dé Palmeira, Deborah Cheyne, Denilson Santos, Dudu Falcão, Dudu Tsuda, Dulce Quental, Eduardo Araújo, Érico Theobaldo, Estrela Leminski, Evandro Mesquita, Fábio Calazans, Fabio Góes, Felipe Radicetti, Fernanda Abreu, Flavio Henrique, Fórum Nacional da Música, Geovanni Andrade, Glad Azevedo, Guilherme Kastrup, Guilherme Rondon, Gustavo Ruiz, Iuri Cunha, Ivan Lins, Ivetty Souza, Jair Oliveira, Jair Rodrigues, Jay Vaquer, Jesus Sanches, João Paulo Mendonça, João Sabiá, Jonas Sá, Jorge Vercilo, José Lourenço, Juca Filho, Juliana Perdigão, Juliano Polimeno, Kleiton Ramil, Kristoff Silva, Leo Cavalcanti, Leo Jaime, Leoni, Luca Raele, Luciana Fregolente, Luciana Mello, Luciana Pegorer, Luísa Maita, Luiz Brasil, Luiz Chagas, Lula Barbosa, Lydio Roberto, Makely Ka, Marcelo Cabral, Marcelo Callado, Marcelo Lima, Marcelo Martins, Marcio Lomiranda, Marcio Pereira, Marco Vasconcellos, Marcos Quinam, Marianna Leporace, Marilia de Lima, Mario Gil, Mauricio Gaetani, Mauricio Tagliari, Max Viana, Michel Freideison, Miltinho (MPB4), Mu Carvalho, Ná Ozzetti, Nei Lisboa, Nico Rezende, Nina Becker, Olivia Hime, Paulo Lepetit, Pedro Luis, Pedro Milman, Pena Schmidt, Pepeu Gomes, Pierre Aderne, Plinio Profeta, Reinaldo Arias, Reynaldo Bessa, Rica Amabis, Ricardo Ottoboni, Roberto Frejat, Rodolpho Rebuzzi, Rodrigo Santos, Sergio Serraceni, Sindicato dos Músicos Profissionais do Rio de Janeiro, Socorro Lira, Swami Jr, Tatá Aeroplano, Tejo Damasceno, Téo Ruiz, Thalma de Freitas, Thiago Cury, Thiago Pethit, Tim Rescala, Tulipa Ruiz, Veronica Sabino, Zé Renato.
Você pode apoiar a causa e assinar também aqui.
“Por Onde Eu For” é o novo CD de Sérgio Rojas, que será lançado dia 29 de novembro, segunda-feira, às 22 horas no Opinião, em Porto Alegre.
O artista, inquieto, com sua criatividade ilimitada, herança e formação cultural nas três fronteiras, Brasil, Argentina e Uruguai, traduz com fidelidade e versatilidade as informações do rock latino, misturadas ao melhor da música popular brasileira, numa combinação de influências e estilos.
“Por Onde Eu For” é um mosaico de canções, com diversidade de conteúdo e sonoridade.
As gravações iniciaram-se em Buenos Aires, com os músicos argentinos Guillermo Vadalá, Gonzalo Aloras e Javier Lozano, e prosseguiram com o uruguaio Hugo Fattoruso, em Montevidéu. Do Brasil, participaram Duca Leindecker, Rodrigo Tavares, Veco Marques, Régis Leal, Diego Floreio, Mano Gomes, Marquinhos Fê e o percussionista Naná Vasconcelos.
O novo trabalho contou com as parcerias dos músicos Serginho Moah, na voz solo da música Coração Rebelde e Tonho Crocco, como voz solo na música Por Onde Eu For, além de Alex Longoni, Celau Moreira, Guiza Ribeiro, Rodrigo Lopes, Malcoln Robert, Lucas Correa e Sandro Berneira.
No palco do Opinião com Sérgio Rojas (violões e voz), Diego Floreio (teclado), Guiza Ribeiro (guitarra), Bilo Salau (contrabaixo), Dionara Schneider (teclado) e Cacá Lazzari (bateria).
Convidados especiais: Duca Leindecker, Luciano Leindecker, Rodrigo Tavares (Fresno), Serginho Moah (Papas da Língua) e Tonho Crocco.
O Show
O que: Show Lançamento CD “Por Onde Eu For” de Sérgio Rojas com Convidados Especiais: Duca Leindecker, Luciano Leindecker, Rodrigo Tavares (Fresno), Serginho Moah (Papas da Língua) e Tonho Crocco.
Abertura: Mirantes
Quando: Segunda-feira – 29/11/2010, às 22 horas
Local: Opinião – Rua José do Patrocínio, 834 – PoA/RS (Fone: 3211.2838)
Ingressos antecipados: R$ 20,00 (A compra do ingresso antecipado dá direito a retirar 1 CD Por Onde Eu For na hora do show).
Sócio do Clube do Assinante ZH: tem desconto de 20% para titular e acompanhante.
Locais de venda de ingresso:
Loja Aragana, Félix da Cunha, 1143, loja1, Moinhos de Vento, 3516.3345 (das 10 às 20 horas).
Loja Lena S. Alves, Republica, 303 – Cidade Baixa – Fone 51. 3029.1703.
Informações e contatos:
Luciane Franco (Mtb.7744)
Assessoria de Imprensa
(51) 9883-1218/ (51) 8178-8076
Realização: Sérgio Rojas Soluções Criativas
Coordenação: Maria Inês Teixeira – (51) 32127166 / 92782048
contato@sergiorojas.com.br
Produtora: Garota Vinil – Andréa Ávila – Cel: (51) 93270222
Onde encontrar Sérgio Rojas na Internet:
Site Oficial
Twitter
Facebook e Artista Facebook
Reverbnation
MySpace
Last.fm
BandCamp
Canal Youtube
Orkut 1 e Orkut 2
Palco MP3
Onde comprar na Internet:
Ainda aqui no blog você pode baixar e ouvir a música ‘Coração Rebelde’ com participação de Serginho Moah do Papas da Língua
“Por Onde Eu For” é o novo CD de Sérgio Rojas, que será lançado dia 29 de novembro, segunda-feira, às 22 horas no Opinião, em Porto Alegre.
O artista, inquieto, com sua criatividade ilimitada, herança e formação cultural nas três fronteiras, Brasil, Argentina e Uruguai, traduz com fidelidade e versatilidade as informações do rock latino, misturadas ao melhor da música popular brasileira, numa combinação de influências e estilos.
“Por Onde Eu For” é um mosaico de canções, com diversidade de conteúdo e sonoridade.
As gravações iniciaram-se em Buenos Aires, com os músicos argentinos Guillermo Vadalá, Gonzalo Aloras e Javier Lozano, e prosseguiram com o uruguaio Hugo Fattoruso, em Montevidéu. Do Brasil, participaram Duca Leindecker, Rodrigo Tavares, Veco Marques, Régis Leal, Diego Floreio, Mano Gomes, Marquinhos Fê e o percussionista Naná Vasconcelos.
O novo trabalho contou com as parcerias dos músicos Serginho Moah, na voz solo da música Coração Rebelde e Tonho Crocco, como voz solo na música Por Onde Eu For, além d
“Por Onde Eu For” é o novo CD de Sérgio Rojas, que será lançado dia 29 de novembro, segunda-feira, às 22 horas no Opinião, em Porto Alegre.
O artista, inquieto, com sua criatividade ilimitada, herança e formação cultural nas três fronteiras, Brasil, Argentina e Uruguai, traduz com fidelidade e versatilidade as informações do rock latino, misturadas ao melhor da música popular brasileira, numa combinação de influências e estilos.
“Por Onde Eu For” é um mosaico de canções, com diversidade de conteúdo e sonoridade.
As gravações iniciaram-se em Buenos Aires, com os músicos argentinos Guillermo Vadalá, Gonzalo Aloras e Javier Lozano, e prosseguiram com o uruguaio Hugo Fattoruso, em Montevidéu. Do Brasil, participaram Duca Leindecker, Rodrigo Tavares, Veco Marques, Régis Leal, Diego Floreio, Mano Gomes, Marquinhos Fê e o percussionista Naná Vasconcelos.
O novo trabalho contou com as parcerias dos músicos Serginho Moah, na voz solo da música Coração Rebelde e Tonho Crocco, como voz solo na música Por Onde Eu For, além de Alex Longoni, Celau Moreira, Guiza Ribeiro, Rodrigo Lopes, Malcoln Robert, Lucas Correa e Sandro Berneira.No palco do Opinião com Sérgio Rojas (violões e voz), Diego Floreio (teclado), Guiza Ribeiro (guitarra), Bilo Salau (contrabaixo), Dionara Schneider (teclado) e Cacá Lazzari (bateria).
Convidados especiais: Duca Leindecker, Luciano Leindecker, Rodrigo Tavares (Fresno), Serginho Moah (Papas da Língua) e Tonho Crocco.
e Alex Longoni, Celau Moreira, Guiza Ribeiro, Rodrigo Lopes, Malcoln Robert, Lucas Correa e Sandro Berneira.
No palco do Opinião com Sérgio Rojas (violões e voz), Diego Floreio (teclado), Guiza Ribeiro (guitarra), Bilo Salau (contrabaixo), Dionara Schneider (teclado) e Cacá Lazzari (bateria).
Convidados especiais: Duca Leindecker, Luciano Leindecker, Rodrigo Tavares (Fresno), Serginho Moah (Papas da Língua) e Tonho Crocco.
Capa do álbum Mirror Of Tears de 2008
A banda carioca de Metal HYDRIA foi criada por Marcelo Oliveira por volta do ano de 2005 se firmando em 2006 com a entrada da vocalista Raquel Schüler.
De onde surgiu o nome da banda: Hydrias são antigos artefatos gregos de cerâmica (semelhante às ânforas) onde se guardava água. Nelas, eram comumente pintadas cenas sobre a mitologia e o cotidiano dos gregos.
Depois de diversas mudanças de seus integrantes, a banda consolida sua formação e aparece pela primeira vez ao vivo no Full Metal Festival.
Em 13 de abril de 2008, o Hydria foi opening act no show da banda Within Temptation em sua primeira apresentação no Brasil, em São Bernardo do Campo. No dia 31 de agosto de 2008, mais um grande show é marcado com a presença da banda, quando abrem o show de Tarja Turunen no Rio de Janeiro.
Em 2008 é lançado o álbum “Mirror of Tears” (Capa acima) e marcou uma nova fase para a banda, com fan-clubes no Japão e na Argentina, incluindo o Brasil, claro.
Ainda em 2008 foram convidados à compor a trilha sonora da websérie brasileira de ficção-científica “2012 Onda Zero” do diretor Flávio Langoni. O episódio piloto da websérie teve uma significativa repercussão na mídia, sendo comentado em diversos jornais, e até mesmo em canais de televisão, como a MTV.
Em 2010 aguardamos o novo e inédito trabalho da banda Hydria com seu álbum já no forno e pronto para lançamento sem data definida para este ano, POISON PARADISE.
Capa do novo álbum de 2010 Poison Paradise – Artwork de Gustavo Sazes
Poison Paradise, a faixa título do álbum, possui um significado profundo sobre a dicotomia da natureza humana. A música se foca no impacto que o ser humano causa sobre o que o cerca: sobre o meio ambiente, sociedade, e seus semelhantes. Ela também fala sobre a hipocrisia da raça humana, como nós falamos de amor, e ainda assim justificamos matar. Falamos sobre salvação e ainda assim destruímos. Os tópicos por trás da faixa título abrem caminho para a reflexão sobre um conceito maior de Poison Paradise, o álbum.
Embora o ser humano aja dessa forma, o mundo ainda pulsa, a vida ainda é evidenciada na natureza. E mesmo em meio ao caos que nós mesmos criamos, o mundo ainda tem o poder de se transformar sozinho – mas será que nós temos o mesmo poder? Esse é o tópico central da música.
Dando seqüência ao seu álbum de estréia, “Mirror of Tears“, o segundo álbum do Hydria, entitulado “Poison Paradise”, possui uma sonoridade mais coesa e madura. Uma ampla gama de emoções e temas são abordados durante as faixas. Mais notavelmente, os contrastes entre profundidade e delicadeza, agressividade e beleza estão sempre presentes através do uso de um instrumental pesado e doce tonalidade vocal.
Integrantes:
Marcelo Oliveira – Guitarras/Grunts
Raquel Schuler – Vocal
Marcio Klimberg – Teclados
Turu Henrick – Baixo
Contatos:
ENTREVISTAS / SHOWS com Paulo Sondermann
Tel 021- 2113-3133 / 021- 2113-3133 / 8247-4418
paulo@hydria.com.br
Site Oficial
http://www.hydria.com.br/pt/
MySpace Oficial
http://www.myspace.com/HydriaOfficial
Orkut Comunidade Oficial
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=28155782
Twitter Oficial
http://www.twitter.com/HydriaOfficial
Facebook Oficial
http://www.facebook.com/HydriaOfficial
YouTube Channel
http://www.youtube.com/user/HydriaOfficial
Websérie “2012 Onda Zero” – Trilha sonora por Hydria
http://www.2012ondazero.com.br
E-MAIL PARA A BANDA
hydria@hydria.com.br
Ouça e baixe aqui as músicas Mirror Of Tears do primeiro álbum e The Sword em formato promocional para ter o gostinho do novo álbum Poison Paradise que vem por ai em breve.
Mirror of Tears [5:10m]: Play Now | Play in Popup | Download
The Sword (Promo Version) [1:17m]: Play Now | Play in Popup | DownloadCom um original pop rock, letras atuais e da hora, fazem da Banda Meigos, Vulgos & Malvados uma das melhores bandas que surgiram nos últimos tempos no cenário brasileiro, sem exageros ou comprometimento de minha parte, já que confesso que são meus amigos de longa data, mas muito originais e se esforçando para mostrar algo inédito e diferente no meio de tanta coisa semelhante que tem surgido por aí.
Um som diferenciado com inesperados efeitos sonoros e vocais de qualidade, o MVM traz aos brasileiros um pouco daquilo que se perdeu desde os anos 80. São originais e soam novidade. Fiquem de olho, virão novas musicas e surpresas desse pessoal.
Fuck The Fashion é o novo e pulsante som da Banda Meigos, Vulgos & Malvados, que já está rodando na internet www.meigosvulgosemalvados.com.br e nas principais rádios do sul do país. Groove brasileiríssimo, cintilado por pandeiros, cuícas e apetrechos que ficaram a cargo do percussionista Jucá Deleon, além da irreverente participação de Kako Xavier que conduz o tema em dueto com a vocalista, numa batida dançante e empolgante!
Fuck The Fashion trata de um assunto da hora, o “apelo” da moda, do exagero, do desespero e da “hipervalorização” da imagem ante a falta de conteúdo, mas sem perder a graça, a sensualidade e o humor. Confira a pegada deste funk que celebra de uma forma dançante a criatividade e a qualidade da Banda; Meigos, Vulgos & Malvados. Free downloads em www.myspace.com/meigosvulgosemalvados e ou www.meigosvulgosemalvados.com.br
Ouçam e baixem também aqui diretamente de nosso blog a música Fuck The Fashion

Leoni, sem exageros de minha parte, é um dos músicos brasileiros mais conectados da rede que já conheci, sempre na frente de seu tempo, um ótimo exemplo do empreendedorismo musical\digital no século XXI. Sabe usar a internet, suas ferramentas e sua liberdade como poucos. Articulador da liberdade na rede e da proteção ao trabalho dos artistas, tem atuado na frente do Movimento Música para Baixar com muita propriedade e lucidez. Leoni já esteve dos dois lados da moeda do cenário músical, ou melhor, continua dos dois lados dessa moeda. Já gravou com gravadoras majors e continua recebendo royalts de suas obras da maneira tradicional e legal, e como ele próprio diz: “ganhando muito bem”; e ao mesmo tempo faz um excepcional trabalho independente, usando a internet e recursos tecnológicos como poucos. Frequentemente vemos Leoni conectado pelo smartphone “twittando”, navegando na rede ou lendo seus emails. Quer saber? Acesse o Twitter dele em dias de show para ver como ele está ao mesmo tempo no show e ao mesmo tempo twittando, ou também, acompanhe ele pelo seu canal no site Justin.tv…
Leoni pe um dos autores do Manifesto do MPB, e ele, como poucos, sabe que o Mundo mudou e sugere que os artistas devam também mudar e enfrentar a nova realidade de forma mais aberta, democrática e justa, assim como ele tem feito com muita propriedade.
Aos 16 anos montou sua primeira banda, a Chrisma, optando por tocar baixo, emsaiavam em sua carta no que chamou de “quarto do som”. A banda fez sua única grande apresentação no teatro Ipanema com casa lotada, onde os convidados eram todos do colégio. Ao final do show dividiram o lucro comendo uma pizza no baixo Leblon. Depois de 2 anos de existência, veio o vestibular e a banda se desfez e cada um dos membros seguiu seu caminho.
Leoni e Beni Borja, amigo e um dos integrantes da banda Chrisma, estudavam na PUC , mas resolveram continuar a tocar rock. Aos poucos chamaram novos parceiros. Beni indicou George Israel e Leoni sua amiga de francês Paula Toller, mais tarde Bruno se juntou ao grupo, surgindo, assim, o Kid Abelha e os Abóboras selvagens. A banda começou a fazer vários shows, entre eles, no Circo Voador, que foi palco de grandes revelações musicais nos anos 80. As músicas do Kid Abelha, “Fixação”, “Pintura intima” e “ Como eu quero” estavam , nos bares, nas rádios e nos shows que fizeram a trilha sonora de toda uma geração. Foram 4 discos de ouro ( mais de 500 mil discos vendidos).
Em 95 nasceu seu primeiro filho e para estar mais perto da família , Leoni escreveu o livro “Letra, música e outras conversas”, onde entrevistava e conversava com oito artistas consagrados de sua geração: Renato Russo, Herbert Vianna, Lobão, Frejat, Adriana Calcanhotto, Marina, Samuel Rosa e Nando Reis.
Em 97 lançou o single “Tudo Sobre Amor e Perda” pela Geléia Geral, flertando com a música eletrônica.
O mercado musical no início de 2000 estava passando por um “revival” dos anos 80 e Leoni sentiu a necessidade de escapar do óbvio. Acreditando em seu novo projeto, o músico montou em 2002 seu próprio selo Batuque Elegante, gravando um novo disco “Você sabe o que eu quero dizer”. Este álbum também foi produzido por Beni Borja.
A demora em gravar um novo disco e de resistir a propostas mercadológicas valeram a pena. Inéditas como “Temporada das Flores”, “Fotografia” , “Cartas que eu não mando” e “Melhor para mim” foram grandes destaques desse CD.
Embora estivesse há 9 anos sem gravar um álbum, Leoni nunca esteve longe da música. Ele emprestou suas composições para outros artistas, fez participações especiais em shows e criou trilhas musicais para teatro e cinema.
Em 2003 lançou Áudio-retrato, uma “reintegração de posse” , segundo o artista , das belas composições que o público desconhecia serem de sua autoria. O disco tem produção do maestro Eduardo Souto Neto e participações especiais de Herbert Vianna, Dinho Ouro Preto, Léo Jaime e Rodrigo Maranhão. O CD trouxe uma leitura nova e mais madura das canções que fizeram sucesso em sua carreira como, “Lágrimas e chuva”, “Fixação” e “Exagerado”, além da inédita “Canção para quando você voltar” em parceria com Herbert Vianna.
Um mantra de cura terminou por fazer parte da “Canção para quando você voltar”, fruto da conexão de Leoni com o Budismo. Após o acidente do amigo Herbert Vianna, Leoni encontrou nessa filosofia oriental uma forma de lidar com os acontecimentos, acrescentando essa experiência em sua música.
O CD “Áudio-retrato” deu tão certo que o reconhecimento veio com o lançamento em 2005 do disco e do DVD “Ao vivo” pela Som Livre. As participações especiais eram as mesmas, mas Leoni reinterpreta com Herbert Vianna a canção “Por que não eu?”, a primeira parceria dos dois feita em 86. O sucesso rendeu mais de 85 mil CDs vendidos e 50 mil DVDs, e 120 shows por todo o Brasil para mais de 200 mil pessoas.
As músicas de Leoni, considerado por muitos um “hitmaker”, estão no repertório das principais bandas nacionais, como Barão Vermelho, “ A chave da porta da frente” e Paralamas do Sucesso com “ Fora do lugar”.
Com tantas histórias musicais e bom parceiros, Leoni continua a criar novos momentos em sua carreira. Seguiu para Paris junto com seis índios Ashaninka do Acre para registrar um documentário e fazer um show no Palais de La Décourverte, do CD ainda inédito, “Outro futuro”. Mais de 700 pessoas ocuparam o museu superando as expectativas.
A história de Leoni na música brasileira é longa e com certeza ele próprio deve ter muitas coisas para contar em suas inúmeras aventuras por este Brasil afora. Em sua estada aqui em Porto Alegre durante o 1º Fórum Música para Baixar, nos cruzamos, mas pouco podemos conversar devido a correria de todos e suas responsabilidades, mas o pouco contato já foi suficiente para desejar a ele mais sucesso e poder falar um pouco aqui no blog de sua trajetória.
Saiba mais de Leoni em:
Sites: http://www.leoni.com.br e http://musicaliquida.blogspot.com/
Twitter: http://twitter.com/leoni_a_jato
Como tudo que ele faz hoje e sempre na internet, disponibilizou via Creative Commons para o nosso blog a música “Do Teu Lado” de seu último trabalho autoral, que também foi colocada em votação online para o público através de seu site e de seu Twitter e está também disponível gratuitamente por lá.
Fontes: Leoni
Conheci o Haiti através de um contato por e-mail de Remo Trajano, um dos integrantes deste trio de música eletrônica carioca, que está começando sua jornada no mundo da música independente com muita personalidade.
O Haiti é um projeto de música eletrônica que utiliza videos da internet, narrações de filmes, manchetes de jornais, trechos de músicas para tecer os vocais que acompanham a batida dance dos sets. A característica principal das músicas, o que os difere de outras bandas, são os longos blocos de música onde diferentes canções são interconectadas, soando tudo como uma rave…
O trio eletrônico começa sua carreira com uma forte crítica a nossa política e as mazelas advindas dessa ingerência social e corrupção em nosso país.
Haiti, o doppelgänger do Brasil: um país católico, como o nosso, miserável, como o nosso, corrupto, como o nosso. Mas, diferente daqui, o Haiti é um país que não se deixa confundir com o Havaí tão facilmente. No Brasil cabem milhões de Havaís: Quando um gasta, a gente sempre pôde inventar um novo. O Haití talvez tenha gasto a sua cota de fantasia. Nós não entendemos do Haiti, pra falar a verdade. Nós só olhamos do outro lado da cerca e vemos, nesse outro país tão combalido, com uma história de grande violência, mas também de grandes revoluções e grandes líderes, uma monstruosidade que nos parece bastante íntima. Talvez, ao invés da harmonia e da humanidade celebrada nas conquistas dos povos, seja ali que nós devamos procurar a igualdade: na miséria, na exploração, no terror. Nós, o Haiti, queremos encontrar aqui, em nós, o que a gente enxerga de tão terrível e abominável lá.
Nós, o Haiti, queremos deixar explícito o que nos parece já serem os verdadeiros tambores a mover a perpétua dança do Brasil. A corrupção, a ignorância, a conivência. Nós, o Haiti, nos reconhecemos aí também, e por isso também dançamos, enquanto apertamos nossos botões.
Quem sabe se, dançando ao som da nossa banda, alguém não vai perceber que tudo o que está lá, a gritaria, a obscenidade, a falsa retórica e a falsa política, sempre esteve presente na nossa música, entre as linhas, dando o tom e o excesso de alegria que a fazem tão única e envolvente. Nós, o Haiti, somos, como todo brasileiro, movidos por essas mesmas entrelinhas. Gostaríamos de encontrar mais de nós por aí.
A banda é formada por:
Arthur Ferreira – Programação de batidas, teclados e baixo e voz
Gabriel Tupinambá – Programação, teclados, guitarra
Remo Trajano – Programação e voz
Vocês podem ver aqui, o manifesto do Afirmacionismo, escrito pelo filósofo e dramaturgo francês Alain Badiou que inspira a banda em suas composições e visões do mundo.
No site da banda, podemos acessar músicas, textos, fotos, vídeos, agenda de shows entre outras informações.
Contatos:
gabrieltupinamba@mac.com
remotrajano@gmail.com
tutaferreira@hotmail.com
55 21 8181.9077
55 21 7868.7646
O Remo Trajano fez a gentileza de nos enviar um trecho da música Manual para disponibilizarmos por CC aqui no blog e pode ser ouvida e baixada abaixo. Curtam e divulguem, esses caras tem o que falar e o que tocar com muita personalidade…