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Arquivo de Posts de ‘MPB’

  1. O samba rock de Markel Fusari

    Publicado em 28 de novembro de 2009 às 1:54 PM Autor: Gerson Ramos

    IMG_6701

    O paraibano Markel Fusari iniciou sua carreira musical em 1993 na cidade de Campina Grande na Paraíba, tocando como guitarrista free-lancer de artistas locais. Logo depois, montou com alguns amigos a banda “Hedra” desenvolvendo suas primeiras composições em Hard Rock Progressivo.

    No ano de 1996 a Hedra lança uma demo-tape “For Children”, e em 1997 participam de uma coletânea “Rock na aldeia”. Nesse mesmo ano, Markel vai morar em João Pessoa, onde faz parcerias com bandas e estúdios de vários estilos, assimilando um maior conhecimento musical.

    Em 2003 monta sua 1ª banda de pop rock/black music “Asfalto” – agora como vocalista e guitarrista – com quem lança o CD ao vivo “Destino: Origens”, integrando o circuito de shows da capital e arredores.

     

     

    Em 2006 assume os vocais da banda “Sonora” (samba-rock), onde absorve definitivamente a influência de sons mais brasileiros, como o samba. A banda chega a abrir show de Vanessa da Mata. Em paralelo assume as guitarras da banda “Travolta” (covers anos 80 internacional) abrindo para shows de Djavan e Roupa nova, e também o projeto solo, voz e violão nos bares e shoppings da cidade.

    Em 2007, Markel entra de cabeça nas gravações do seu primeiro disco, que seria uma coletânea das melhores canções de cada fase vivenciada. Finalmente no ano de 2008, o CD “Colheita dos Tempos” tem seu lançamento realizado em pleno mar numa temporada de quatro meses em cruzeiros pelo nordeste (Recife, Natal, Fortaleza e Fernando de Noronha) para pessoas de todo o Brasil. Atualmente Markel ainda contribue com algumas bandas, mas o foco principal é a divulgação do seu novo CD que você pode baixar completo aqui.

    Você também pode ouvir as música de Markel Fusari aqui e aqui.

    Contato para shows:

    markelfuzari@ig.com.br

    Ouça e baixe aqui a swingada samba rock Além Mar e se divirta nesse verão.

     
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  2. Leoni, sempre “a jato” no mundo digital

    Publicado em 25 de agosto de 2009 às 5:33 PM Autor: Gerson Ramos

    Leon e Banda

    Leoni, sem exageros de minha parte, é um dos músicos brasileiros mais conectados da rede que já conheci, sempre na frente de seu tempo, um ótimo exemplo do empreendedorismo musical\digital no século XXI. Sabe usar a internet, suas ferramentas e sua liberdade como poucos. Articulador da liberdade na rede e da proteção ao trabalho dos artistas, tem atuado na frente do Movimento Música para Baixar com muita propriedade e lucidez. Leoni já esteve dos dois lados da moeda do cenário músical, ou melhor, continua dos dois lados dessa moeda. Já gravou com gravadoras majors e continua recebendo royalts de suas obras da maneira tradicional e legal, e como ele próprio diz: “ganhando muito bem”; e ao mesmo tempo faz um excepcional trabalho independente, usando a internet e recursos tecnológicos como poucos. Frequentemente vemos Leoni conectado pelo smartphone “twittando”, navegando na rede ou lendo seus emails. Quer saber? Acesse o Twitter dele em dias de show para ver como ele está ao mesmo tempo no show e ao mesmo tempo twittando, ou também, acompanhe ele pelo seu canal no site Justin.tv…

    Leoni pe um dos autores do Manifesto do MPB, e ele, como poucos, sabe que o Mundo mudou e sugere que os artistas devam também mudar e enfrentar a nova realidade de forma mais aberta, democrática e justa, assim como ele tem feito com muita propriedade.

    Aos 16 anos montou sua primeira banda, a Chrisma, optando por tocar baixo, emsaiavam em sua carta no que chamou de “quarto do som”. A banda fez sua única grande apresentação no teatro Ipanema com casa lotada, onde os convidados eram todos do colégio. Ao final do show dividiram o lucro comendo uma pizza no baixo Leblon. Depois de 2 anos de existência, veio o vestibular e a banda se desfez e cada um dos membros seguiu seu caminho.

    Leoni e Beni Borja, amigo e um dos integrantes da banda Chrisma, estudavam na PUC , mas resolveram continuar a tocar rock. Aos poucos chamaram novos parceiros. Beni indicou George Israel e Leoni sua amiga de francês Paula Toller, mais tarde Bruno se juntou ao grupo, surgindo, assim, o Kid Abelha e os Abóboras selvagens. A banda começou a fazer vários shows, entre eles, no Circo Voador, que foi palco de grandes revelações musicais nos anos 80. As músicas do Kid Abelha, “Fixação”, “Pintura intima” e “ Como eu quero” estavam , nos bares, nas rádios e nos shows que fizeram a trilha sonora de toda uma geração. Foram 4 discos de ouro ( mais de 500 mil discos vendidos).

    Em 95 nasceu seu primeiro filho e para estar mais perto da família , Leoni escreveu o livro “Letra, música e outras conversas”, onde entrevistava e conversava com oito artistas consagrados de sua geração: Renato Russo, Herbert Vianna, Lobão, Frejat, Adriana Calcanhotto, Marina, Samuel Rosa e Nando Reis.
    Em 97 lançou o single “Tudo Sobre Amor e Perda” pela Geléia Geral, flertando com a música eletrônica.

    O mercado musical no início de 2000 estava passando por um “revival” dos anos 80 e Leoni sentiu a necessidade de escapar do óbvio. Acreditando em seu novo projeto, o músico montou em 2002 seu próprio selo Batuque Elegante, gravando um novo disco “Você sabe o que eu quero dizer”. Este álbum também foi produzido por Beni Borja.
    A demora em gravar um novo disco e de resistir a propostas mercadológicas valeram a pena. Inéditas como “Temporada das Flores”, “Fotografia” , “Cartas que eu não mando” e “Melhor para mim” foram grandes destaques desse CD.
    Embora estivesse há 9 anos sem gravar um álbum, Leoni nunca esteve longe da música. Ele emprestou suas composições para outros artistas, fez participações especiais em shows e criou trilhas musicais para teatro e cinema.

    Em 2003 lançou Áudio-retrato, uma “reintegração de posse” , segundo o artista , das belas composições que o público desconhecia serem de sua autoria. O disco tem produção do maestro Eduardo Souto Neto e participações especiais de Herbert Vianna, Dinho Ouro Preto, Léo Jaime e Rodrigo Maranhão. O CD trouxe uma leitura nova e mais madura das canções que fizeram sucesso em sua carreira como, “Lágrimas e chuva”, “Fixação” e “Exagerado”, além da inédita “Canção para quando você voltar” em parceria com Herbert Vianna.

    Um mantra de cura terminou por fazer parte da “Canção para quando você voltar”, fruto da conexão de Leoni com o Budismo. Após o acidente do amigo Herbert Vianna, Leoni encontrou nessa filosofia oriental uma forma de lidar com os acontecimentos, acrescentando essa experiência em sua música.
    O CD “Áudio-retrato” deu tão certo que o reconhecimento veio com o lançamento em 2005 do disco e do DVD “Ao vivo” pela Som Livre. As participações especiais eram as mesmas, mas Leoni reinterpreta com Herbert Vianna a canção “Por que não eu?”, a primeira parceria dos dois feita em 86. O sucesso rendeu mais de 85 mil CDs vendidos e 50 mil DVDs, e 120 shows por todo o Brasil para mais de 200 mil pessoas.

    As músicas de Leoni, considerado por muitos um “hitmaker”, estão no repertório das principais bandas nacionais, como Barão Vermelho, “ A chave da porta da frente” e Paralamas do Sucesso com “ Fora do lugar”.

    Com tantas histórias musicais e bom parceiros, Leoni continua a criar novos momentos em sua carreira. Seguiu para Paris junto com seis índios Ashaninka do Acre para registrar um documentário e fazer um show no Palais de La Décourverte, do CD ainda inédito, “Outro futuro”. Mais de 700 pessoas ocuparam o museu superando as expectativas.

    A história de Leoni na música brasileira é longa e com certeza ele próprio deve ter muitas coisas para contar em suas inúmeras aventuras por este Brasil afora. Em sua estada aqui em Porto Alegre durante o 1º Fórum Música para Baixar, nos cruzamos, mas pouco podemos conversar devido a correria de todos e suas responsabilidades, mas o pouco contato já foi suficiente para desejar a ele mais sucesso e poder falar um pouco aqui no blog de sua trajetória.

    Saiba mais de Leoni em:

    Sites: http://www.leoni.com.br e http://musicaliquida.blogspot.com/
    Twitter: http://twitter.com/leoni_a_jato

    Como tudo que ele faz hoje e sempre na internet, disponibilizou via Creative Commons para o nosso blog a música “Do Teu Lado” de seu último trabalho autoral, que também foi colocada em votação online para o público através de seu site e de seu Twitter e está também disponível gratuitamente por lá.

    Fontes: Leoni

     
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  3. O Som das Nuvens

    Publicado em 21 de julho de 2009 às 10:34 PM Autor: Gerson Ramos

    Nuvens_2

    Eu tive o prazer de conhecer o Raphael Moraes aqui em Porto Alegre, durante o 1º Fórum Música para Baixar, e ser presenteado com o CD da banda. Uma pessoa genial, profissional e articulada, super comprometida com a música e com o social, além de ser super talentoso, como podemos ver no trabalho de alta qualidade de sua banda Nuvens, de Curitiba.

    A banda Nuvens foi formada por Raphael Moraes entre 2006 e 2007. A estréia ao vivo da banda foi em 12 de novembro de 2007. Hoje, o grupo busca trilhar um caminho baseado na fusão de diferentes formas de arte, trabalho visível em espetáculos como Nuvens no Cinema e Nuvens em Sombras, resultados de parcerias com artistas de circo, maracatu e teatro de sombras. Tem parcerias importantes, e para o futuro pretende manter esse trabalho, sempre buscando nas suas produções proporcionar o melhor possível, para banda, artistas e, é claro, o público.

    Prezando por sons puros e orgânicos, a Nuvens traz aos palcos uma formação diferente do que se costuma ver no “novo rock” nacional. Seus 6 músicos, Amandio Galvão, guitarra e vocal; Vinicius Nisi, piano/hammond e sintetizadores; Luís Bourscheidt, bateria e vocal; Marcos Nascimento, baixo; Marcus Pereira, percussão e Raphael Moraes, guitarra, violão e voz, flutuam entre o rock, o pop, o folk, a mpb e o roots; entre o cenário urbano e a natureza; entre o homem social e o ser humano.

    Ação APR 027 Ação no projeto Amor em Movimento realizado pelo coletivo Nuvens

    Para conhecer o primeiro álbum da banda você tem 2 opções: a virtual e a material. Pela internet, você pode ouvir parte do disco no MySpace; baixar todo o disco de graça no site Trama Virtual e no site Reverbnation ou, ainda, pagar pelas mp3 no Trevo Virtual . Para adquirir o CD é só ir até qualquer loja da rede Fnac e/ou rede Livrarias Curitiba/Catarinense pelo Brasil ou entrar em contato com a banda através do e-mail vendas@nuvens.net, e receber o disco em qualquer lugar do país.

    Em 2009, a Nuvens dividiu o palco com os paulistas d’O Teatro Mágico em algumas cidades do interior do Paraná, repetindo o sucesso da parceria que começou em novembro de 2008 em Curitiba. Ainda esse ano, a banda promete continuar o projeto Sarau nas Nuvens, que abre espaço para novos artistas de várias vertentes se expressarem, fará mais apresentações do espetáculo Nuvens em Sombras, que estreou no Festival de Teatro de Curitiba, e reserva surpresas para a comemoração dos seus 2 anos, que acontece no final do ano.

    Um novo álbum já está nos planos da Nuvens e deverá ser lançado em 2010

    O primeiro videoclipe da banda será produzido e tem previsão de lançamento em dezembro em um show inusitado no Cine Água Verde para comemorar também o primeiro aniversário do grupo. A canção escolhida foi “A redenção de bicicleta”, que já toca na programação das rádios locais e do Sul do país, e conta com um roteiro que potencializa a verdade da música.

    O trabalho realizado por Raphael e o coletivo Nuvens é um exemplo para se seguir para todas as bandas e artistas que desejam trilhar um caminho independente e sustentável de seu trabalho. Só tenho que agradecer em conhecê-los e desejar a essa “trupe” muito mais sucesso em sua trajetória.

    A agenda da banda você pode conferir aqui.

    Coletivo Nuvens
    Contatos:
    Raphael Moraes (41) 8419 8940; (41) 9925-0697
    Marcus Pereira (41) 9611-8556; (41) 3779-7635
    E-mail : contato@nuvens.net
    Site: www.nuvens.net

    Ouçam e sintam o som das nuvens…

     
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  4. Acompanhamos ensaio do BataclãFC ao vivo em transmissão via internet

    Publicado em 24 de junho de 2009 às 2:11 AM Autor: Gerson Ramos

    Tive o prazer de assitir em tempo real, nesta madrugada de terça-feira, via internet (enviado através do laptop do Everton Rodrigues) o ensaio do BataclãFC, que se preparava para o show no Teatro CIEE em Porto Alegre na programação do I Forum Música para Baixar (MPB). A galera tá afinada e pronta para detonar amanhã no show. Confira lá no Teatro CIEE as 19h, é sonzera garantida.

    Pura descontração e som rolando direto nas duas horas de ensaio. Nos encontramos lá galera. Olhem as imagens abaixo:

    BataclãFC

    Nesta Quarta-Feira, dia 24 junho às 19h rola em Porto Alegre:

    Local: Teatro CIEE – Rua Dom Pedro II, 861

    Vanessa Longoni (RJ)  – ouça
    GOG e Ellen Oléria (DF) – ouça ele e ouça ela

    com participações de:

    DJ Madruga e Rapper Big (Grupo tr.o.pa – trovadores originais de porto alegre)

    .

    Bataclã FC (RS) – ouça

    com participações de:

    Fernando Anitelli (Teatro Mágico – SP), Andrea Cavalheiro (ouça), Nei Lisboa (ouça) , Grupo Alinka (rappers Carla e Nani)


    A entrada livre!

    Não gravamos as imagens, mas temos um video maneiro da BataclãFC fazendo o maior som no Bar Ocidente em Porto Alegre.

    Valeu Everton, temos que fazer mais dessas…  ;-)

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  5. Programação do I Fórum Música para Baixar (MPB)– Porto Alegre 24 a 27 de junho/2009

    Publicado em 15 de junho de 2009 às 7:23 PM Autor: Gerson Ramos

    logo_MPB-verde

    De 24 a 27 de junho em Porto Alegre acontecerá o I Fórum Música para Baixar (MPB). Será o terceiro grande encontro do ano organizado pelo movimento. O primeiro foi no dia 15 de março, em Brasília/DF, onde mais de quarenta pessoas ligadas à música encaminharam o fórum em Porto Alegre, concomitante com o 10° Fórum Internacional de Software Livre. O segundo foi no dia 30 de maio na cidade de Guará/DF, onde 35 mulheres se mobilizaram contra o AI-5 digital e foi articulado por artistas, produtoras, militantes de alguns coletivos e jornalistas na Casa Roxa.

    Abaixo a programação completa do Fórum Música para Baixar que acontecerá agora em Junho em Porto Alegre/RS:

    Local: 24 junho às 16h e 25 de junho às 10h – PUC – Auditório da Famecos
    Local 2: 25 junho 14h, 26 e 27 – Casa dos Bancários – Rua General Câmara, 424 – Centro – MAPA

    24/junho

    Local: PUC – Auditório da Famemcos

    16h – A economia solidária da música livre

    Descrição: O Debate tem como objetivo discutir e divulgar os novos paradigmas da economia da musica e os novos modelos de negócios. Ao contrário da prática das grandes gravadoras que estão sendo afetadas pela interatividade da internet, e atualmente ainda insistem na criminalização das usuárias e dos usuários que baixam música, precisamos desenvolver iniciativas de cooperação onde os músicos e produtoras sejam remuneradas de forma justa e as usuárias de músicas adotem o consumo consciente. Diante disso, é preciso compreender melhor as propostas da economia solidária e desenvolver iniciativas para os agentes da música livre.

    Mediadora: Ellen Oleria – Cantora, compositora e instrumentista que mistura poesia em melodias contagiantes

    Debatedoras(es)

    • Pablo Capilé – Vice-presidente da Abrafin e coordenador de planejamento dos festivais Calango e Grito Rock e um dos fundadores do Espaço Cubo, instituto cultural cuiabano que desenvolve ações no campo da cultura em todo o Brasil.
    • Deivi Kuhn – Economista formado na UFRGS. Ativista do Software Livre e conhecimento livre. Trabalha implementando Software Livre no Governo Federal. Integrante da Banda Coyote Guará.

    25/junho

    Local: PUC – Auditório da Famemcos

    10h – Projeto de Controle da Internet

    Descrição: A Internet é uma rede de comunicação aberta e livre. Nela, podemos criar conteúdos, formatos e tecnologias sem a necessidade de autorização de nenhum governo ou corporação. A Internet democratizou o acesso a informação e tem assegurado práticas colaborativas extremamente importantes para a diversidade cultural. A Internet é a maior expressão da era da informação. A internet por ser um meio para o envolvimento social e humano é a mais importante criação coletiva, a mais democrática ferramenta de comunicação, por sua capacidade de oferecer interatividade. Suas possibilidades de manifestações da diversidade cultural, local e planetária são infinitas.

    A Internet reduziu as barreiras de entrada para se comunicar, para se disseminar mensagens. E isto incomoda grandes grupos econômicos e de intermediários da cultura. Por isso, se juntam para retirar da Internet as possibilidades de livre criação e de compartilhamento de bens culturais de de conhecimento.
    Um projeto de lei do governo conservador do Presidente Nicolas Sarkozi tentou bloquear as redes P2P na França e tornar suspeitos(as) de prática criminosa todas as usuárias e todos os usuários. O projeto foi derrotado.

    No Brasil, um projeto substitutivo sobre crimes na Internet aprovado e defendido pelo Senador Azeredo está para ser votado na Câmara de Deputados. Seu objetivo é criminalizar práticas cotidianas na Internet, tornar suspeitas as redes P2P , impedir a existência de redes abertas, reforçar o DRM que impedirá o livre uso de aparelhos digitais. Entre outros absurdos, o projeto quer transformar os provedores de acesso em uma espécie de polícia privada. O projeto coloca em risco a privacidade dos/as internautas e, se aprovado, elevará o já elevado custo de comunicação no Brasil.

    O objetivo do debate é tornar nítido as verdadeiras implicações desse projeto e as formas de combate ao mesmo.

    Mediador: Everton Rodrigues – Banda Bataclã FC , membro do Coletivo Brasil Autogestionário, consultor em tecnologias livres e ativista do projeto software livre Brasil.

    25/06

    Local: Casa dos Bancários – Rua General Câmara, 424 – Centro – MAPA

    17h – Formas de licenciamento, gestão coletiva e proposta de mudança na legislação autoral

    Mediador: Fabricio Noronha – Banda Sol na Garganta do Futuro e atua em produções audiovisuais e um dos criadores do Cine Falcatrua

    Debatedores:

    26/06

    Local: Casa dos Bancários – Rua General Câmara, 424 – Centro – MAPA

    17h – Democratização da comunicação e distribuição de conteúdos culturais alternativos

    Descrição: Acesso aos bens culturais e mecanismos de democratização da comunicação; uso de novas tecnologias e distribuição digital de conteúdos culturais; experiências exitosas nesse sentido e compartilhamento de ações.

    Mediador: Representante das rádios comunitárias

    • Jaqueline Fernandes – Jornalista, produtora e educadora. Idealizadora e diretora da Griô Produções, produtora social formada por mulheres para estimular a produção cultural, promovendo visibilidade e circulação às/os artistas independentes, além de trabalhar questões de raça e gênero.
    • Fernando Rosa – Conhecido como “Senhor F”, é jornalista, editor do portal Senhor F, voltado para a música independente, integração sul-americana e cultura digital.
    • Gerson Ramos – É criador e coordenador dos projetos PYLEMUSIC. Bacharel em Direito, atua no mercado de Tecnologia da Informação há mais de 14 anos na área de negócios, tendo sido proprietário, nesse período, de empresa desenvolvedora de sistemas de informação, coordenando diversos projetos de desenvolvimento para desktops e internet.
    • Instituto Paulo Freire
    • Leandro Anton – Coordenador do Ponto de Cultura Quilombo do Sopapo

    27/06

    Local: Casa dos Bancários – Rua General Câmara, 424 – Centro – MAPA

    17h – Debate sobre autogestão e geração de renda dos agentes culturais

    Descrição: Nesse novo mundo da cultura, o mundo da tecnologia, da internet, se faz necessário que os agentes culturais não sejam apenas criadores de obras e sim gestores de suas carreiras, buscando sempre novas alternativas e construções de redes para ampliar a divulgação de seus trabalhos. Dentro dessa perspectiva a troca de informações sobre práticas solidárias é fundamental para melhor instrumentalizar esse novo agente cultural.

    “A construção da economia solidária é uma destas outras estratégias. Ela aproveita a mudança nas relações de produção provocada pelo grande capital para lançar os alicerces de novas formas de organização da produção, à base de uma lógica oposta àquela que rege o mercado capitalista. Tudo leva a acreditar que a economia solidária permitirá, ao cabo de alguns anos, dar a muitos, que esperam em vão um novo emprego, a oportunidade de se reintegrar à produção por conta própria individual ou coletivamente…”(SINGER, 2000 p. 138).

    Mediador: Richard Serraria – Musico, cantor, poeta e ativista cultural

    Contatos:
    Richard Serraria – serraria@gmail.com / (51) 9104 7759
    Everton Rodrigues – everton@softwarelivre.org / (51) 8485 0299

    Blog: www.musicaparabaixar.org.br

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  6. Movimento Música para Baixar (MPB) realiza fórum de relevância nacional (24 a 27 junho – Porto Alegre)

    Publicado em 5 de junho de 2009 às 1:02 AM Autor: Gerson Ramos

    logo MPB

    Por Everton Rodrigues – Blog Música Para Baixar

    Porto Alegre vai sediar o I Fórum MPB, Música para Baixar, de 24 a 27 de junho. Será o terceiro grande encontro do ano organizado pelo movimento. O primeiro foi no dia 15 de março, em Brasília/DF, onde mais de quarenta pessoas ligadas à música encaminharam o fórum em Porto Alegre, concomitante com o 10° Fórum Internacional de Software Livre. O segundo foi no dia 30 de maio na cidade de Guará/DF, onde 35 mulheres se mobilizaram contra o AI-5 digital e foi articulado por artistas, produtoras, militantes de alguns coletivos e jornalistas na Casa Roxa.

    O MPB tem militantes em todo o país. Está entre seus objetivos constituir um espaço presencial de diálogo no sentido de conectar música, tecnologia e comunicação colaborativa e propor alterações na lei de direitos autorais. Outra importante diretriz do movimento aponta para que a cultura livre e compartilhada seja relacionada com o software livre. Militantes do MPB vêm discutindo amplamente a lei de controle da internet, posicionando-se contra a ditadura na rede, em defesa da democratização da comunicação, dos direitos humanos e da livre circulação da produção cultural.

    Os temas do Fórum MPB são: Economia solidária da música livre; Controle da internet; Formas de licenciamento, gestão coletiva e proposta de mudança na legislação autoral; Democratização da comunicação e distribuição de conteúdos culturais alternativos. Ainda: Autogestão e geração de renda dos agentes culturais.

    Estão confirmadas as presenças de Álvaro Santi (RS) – músico e membro do Fórum Permanente de Música, Cláudia Escovar Alfaro Boettcher (RS) – diretora do Departamento de Difusão Cultural/Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS, Deivi Kuhn (DF) – banda Coyote Guará, Eduardo Ferreira (MT) – membro da banda Os Viralata e do projeto Casa Brasil, Fernando Anitelli (SP) – banda Trupe Teatro Mágico, Fabrício Noranha (ES) – banda Sol na Garganta do Futuro, Fernando Rosa (DF) – jornalista e editor do portal Senhor F, GOG (DF) – rapper e poeta, Gustavo Anitelli (SP) – produtor da Banda Trupe Teatro Mágico, Ellen Oléria (DF) – cantora e compositora, Moysés Lopes (RS) – músico e membro do Fórum Permanente de Música, Jaqueline Fernandes (DF) – jornalista e produtora da Griô Produções, José Murilo (DF) – gerente de Cultura Digital do Minc, José Vaz – Diretoria de Direitos Intelectuais do MinC , Juca Culatra (PA) – banda Juca Culatra & Power Trio e Coletivo Radio Cipó, Leoni (RJ) – músico e compositor, Mauro Salles (RS) – Sindicato dos Bancários, Paulo Marques (RS)- Coletivo Brasil Autogestionário, Pablo Capilé (MT) – músico, presidente da ABRAFIN e membro do Espaço Cubo Cuiabá, Richard Serraria (RS) – banda Bataclã FC e Ronaldo Lemos (RJ) – FGV.

    O cantor e compositor Leoni defende a revisão total da lei de direitos autorais quando se trata de internet. “Fomos todos colocados à margem da lei e está na hora de recuperarmos nossa legalidade”, afirma.

    Segundo a cantora e compositora Ellen Oléria é inadmissível que músicos e músicas estejam fora do processo de discussão sobre questões tão importantes quanto direito autoral ou a aprovação do AI5 Digital. “É importante ter toda a cadeia produtiva da música nesta discussão e garantir que nossos entendimentos sejam considerados”, conclui.

    Já o cantor Richard Serraria ressalta “a importância da divisão de experiências de diferentes artistas, envolvendo a reflexão crítica acerca da cadeia produtiva da música e pensando ainda a geração de renda junto à economia da criatividade na contemporaneidade”.

    O I Fórum MPB irá sistematizar propostas a serem articuladas ao longo do ano. E ainda, será lançado durante o evento um manifesto do Movimento Música para Baixar, entre outras iniciativas.

    Serviço

    Local: Casa dos Bancários
    Endereço: – Rua General Câmara, 424 – Centro de Porto Alegre
    Data: 24 a 27 de junho
    Contatos:

    Richard Serraria – serraria@gmail.com / 51 9104 7759
    Everton Rodrigues – everton@softwarelivre.org / 51 8485 0299

    Acesse o blog Música Para Baixar

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  7. MPB (música para baixar) por Mayara

    Publicado em 28 de maio de 2009 às 10:28 PM Autor: Gerson Ramos

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    Foto de Josh Russell sob licença Creative Commons 2.0 BY-NC-SA

    Grandes gravadoras querem te dominar
    Impor quando, onde e o que você deve ouvir
    Seguir um modelo padrão é muito fácil
    Abram suas mentes!

    O artista precisa de livre produção
    O artista precisa de remuneração
    Formação e ação para a transformação

    Penso em música, em música livre
    Livre das imposições de uma mídia consumista, exploradora
    Livre de jabá, de opressão

    Ter acesso a informação é ter poder
    Poder de popularizar essa discussão
    Negar acesso a cultura é negar educação

    Download não deveria ser crime
    Crime é um país com tantos bons artistas
    Ser reconhecido mundialmente por lançar moda com “mulheres frutas”, com músicas deploráveis…

    Autora: Mayara Alves

    Veja o original aqui.

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  8. Conheça a música de Paulo Taklin

    Publicado em 11 de maio de 2009 às 7:00 PM Autor: PyleMusic.com

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    Foto: Paulo Taklin

    Paulo Taklin, 45 anos, é paulistano da região central do Estado. Um exemplo de batalhador da música nesse país. Aos 19 anos iniciou sua trajetória na música participando de alguns projetos musicais como fetivais regionais e a tocar em bares da noite. Aos 23 anos, foi discotecário (na época da Dicoteca – hoje DJ) e trabalhou na Radio Santa Catarina. Mais tarde, por volta de seus 23 anos de idade passou pela área da moda em Curitiba, mas sempre acompanhado de seu violão.

    Já com 30 anos foi para Milão, na Itália, onde tocou em bares de música brasileira (MPB) e onde se dedicou a ampliar sua capacidade de compor e escrever músicas, em que se classifica hoje em dia como MPB progressivo.

    De volta ao Brasil, hoje continua tocando, compondo e desenvolve projetos ligados a artes em geral organizando apresentações no anfiteatro Villa Lobos em São Paulo, tendo como objetivo abrir novas possibilidades para a divulgação de projetos independentes.

    Contate o Paulo Taklin: paulotaklin@hotmail.com

     
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  9. Um papo tri legal com Leoni

    Publicado em 10 de maio de 2009 às 1:57 AM Autor: Everton Rodrigues

    Ontem a noite tive um papo tri legal com Leoni. A conversa aconteceu num “café” perto do hotel onde ele estava hospedado. Marcamos as 18h, mas me atrasei 15min, porque eu estava no ponto de cultura Quilombo do Sopapo ministrando uma oficina para a turma de tecnologia da informação. Essa turma está organizando-se para montar um empreendimento de economia solidária. Além disso, perto das 17h chegou um amigo com seu lap top com software livre e um modem 3g recém lançado, o que dificulta a instalação. Então, gastei um tempo com isso, e perdi a hora. Portanto, ta justificado o meu atraso.

    Banda Nuvens

    Banda Nuvens

    Mas, esse papo com Leoni não aconteceu do nada. A rede que queremos construir funcionou. No dia 24 de abril estivemos no Paraná, eu (Everton Rodrigues) e Gustavo Anitelli produtor da Trupe o Teatro Mágico para alguns debates sobre a conferência nacional de comunicação, e entre os temas estava o movimento Música Para Baixar (MPB). Lá, apresentado por Gustavo conheci Raphael da banda Nuvens, onde trocamos muitas idéias sobre o movimento MPB. E para a conversa Raphael convidou o produtor Felipe Simas que produziu show do Leoni no Paraná, e na conversa ele comentou das idéias e práticas do Leoni. Depois disso, eu Gustavo decidimos que iríamos conversar com Leoni para ver o que poderíamos fazer em relação ao MPB. Gustavo ficou com a tarefa de falar com Leoni, e assim o fez por telefone. Numa dessas ligações de Gustavo para Leoni, Gustavo ficou sabendo que Leoni estava em Porto Alegre. Então propôs uma conversa entre eu e Leoni que topou.

    Leoni mantêm o blog Musica Líquida, e lá está debatendo a nova economia da música frente a internet e a convergência digital.

    A conversa girou em torno das novas possibilidades que a internet nos traz, e também concluímos que estamos usando limitadamente essa ferramenta para a formação de nossas redes alternativas a esse mercado da música, que é concentrador e a serviço das gravadoras e editoras, onde a maioria das criadoras(es) e produtoras(es) recebem a menor parte do resultado da economia da música.

    O mundo mudou e está mudando a cada dia com muita velocidade com a internet, e quem constrói a rede é quem mais apropria-se dela, embora vivemos atualmente o paradoxo dos benefícios da sociedade em rede e as perigosas possibilidades da sociedade do controle. Vale dizer que a internet é uma rede de pessoas, e portanto, é como Manuel Castells define no seu livro Internet Galáxia:

    Na Página 34 ao escrever sobre a cultura da internet, ele diz que no atual estágio da internet é bom distinguir entre produtores/usuários e consumidores/usuários. Ele afirma que a cultura da internet é a cultura dos criadores da internet. E essa cultura da internet é caracterizada por 4 camadas:

    Primeira Camada: A cultura tecnocrática que são os geeks ou nerds, que a descoberta tecnológica é o valor supremo; Que para ser respeitado como membro da comunidade e como autoridade deve agir de acordo com as normas formais e informais da comunidade e não usar recursos para seu beneficio exclusivo;

    A segunda camada: Na página 42 Castells fala da cultura Hacker: “Mas um melhor desempenho, quando desvinculado de instituições compensatórias, requer a adesão a um conjunto de valores que combina a alegria da criatividade com a reputação entre os pares (outros membros da comunidade)”

    Suprema nesse conjunto de valores é a liberdade. Liberdade para criar, liberdade para apropriar todo o conhecimento disponível e liberdade para redistribuir esse conhecimento sob qualquer forma ou por qualquer canal escolhido pelo hacker.

    Com isso Castells demonstra que a criação não é motivada apenas pela busca do lucro, mas pode ser pela satisfação imediata que o hacker tem ao exibir sua genialidade para todos. Ou prestígio ou reputação frente a sua comunidade autodefinida que não depende de instituição empresarial ou governamental.

    Na página 43, ele escreve: Há na cultura hacker um sentimento comunitário, baseado na integração ativa a uma comunidade, que se estrutura em torno de costumes e princípios de organização social informal.”
    “Naturalmente, dinheiro, direitos formais de propriedade ou poder institucional são excluídos como fontes de autoridade de reputação”

    A Terceira camada: Comunidades virtuais: Segundo Castells (página 46) As fontes culturais da internet não podem ser reduzidas, porém, aos valores dos inovadores tecnológicos.

    No início as comunidades virtuais eram compostas em sua maioria pelos criadores da internet, mas na década de 80, a maioria dos integrantes não eram peritos em programação. Em 90 com a explosão da internet milhões de usuários levaram para a rede suas inovações sociais com a ajuda de um conhecimento técnico limitado… inclusive na forma de muitas de suas manifestações comerciais, foi decisiva.

    E a quarta camada: Os empresários (lucro) (página 49). A difusão da internet a partir de círculos fechados de tecnólogos e pessoas organizadas em comunidades para a sociedade em geral foi levada a cabo por empresários. (página 52). Os empresário da internet são antes criadores que homens de negócios, mais próximos da cultura do artista do que da cultura corporativa tradicional.

    Trago essa reflexão para defender/propor que adotemos a cultura hacker, a economia solidária na música livre. Porque não podemos levar esse conceito para além dos códigos ou de programar/comunicar através dos computadores? Mudamos o mundo com a prática de uma nova cultura bem diferente dessa nossa atual é claro, e vamos ter que forjar em nosso dia-a-dia.

    Leoni diz que é um dos grandes beneficiados por esse sistema legal pelo sucesso da sua obra, mas que a lei do direito autoral é tão rígida que a juventude está sendo transformada em marginais. Veja esse post no blog.

    Leoni em ShowLeoni em Show – Foto de Zh@nni

    Contei a ele sobre as articulações do movimento Música Para Baixar e da nossa visão em construir espaços/fóruns para refletir sobre a música livre em que tudo poderá ser acessado e disponibilizado na internet de forma colaborativa. Ao mesmo tempo criando mecanismos de geração de renda balizados pelos princípios da economia solidária.

    Leoni defende que quanto mais se da mais se ganha. Entendi que essa idéia parece com o pensamento de que quando plantamos temos o que colher, ou seja, para uma planta viver e dar frutos é preciso dar água, limpar de ervas daninhas e adubar para a planta crescer com vitalidade, e tudo isso é uma doação. Penso que na música também deve ser assim. Não somente na música, mas em tudo. Nem tudo precisa ser vendido.

    Ele também imagina que num futuro muito próximo não vamos precisar baixar música, já que, conectar será muito fácil, e então, compartilhar músicas será como respirar. Com a abundância de músicas ele entende que simplesmente vender música não será mais o negócio, e sim vender produtos agregados, onde comprar produtos dos artistas será um passaporte para acesso a outros conteúdos exclusivos.

    teatro magicoO Teatro Mágico – foto de his bloody valentine sob licença CC 2.0 BY-NC-SA

    Bacana saber que grande parte do repertório do show “A Noite Perfeita” que Leoni está fazendo no RS foi eleito pelos internautas que curtem a obra dele. Isso aconteceu através de uma votação na sua página eletrônica. Além disso o próprio Leoni através do site socializa ingressos para seus shows. Com isso ele acredita que a internet é a ferramenta de comunicação mais adequada para o artista sem intermediários comunicar-se com os usuários da sua música.

    E no final convidei ele para estar em Porto Alegre em junho para nossos debates do movimento MPB. Ele topa. Vamos agora agilizar os procedimentos para isso acontecer.

    Vamos que vamos. Valeu Leoni. Vamos trocar mais idéias sobre esses processos…

    Já comentaram: 2 Pessoas Categoria(s): Direito Autoral, Geral, Mercado Música, Responsabilidade Social

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