Com um original pop rock, letras atuais e da hora, fazem da Banda Meigos, Vulgos & Malvados uma das melhores bandas que surgiram nos últimos tempos no cenário brasileiro, sem exageros ou comprometimento de minha parte, já que confesso que são meus amigos de longa data, mas muito originais e se esforçando para mostrar algo inédito e diferente no meio de tanta coisa semelhante que tem surgido por aí.
Um som diferenciado com inesperados efeitos sonoros e vocais de qualidade, o MVM traz aos brasileiros um pouco daquilo que se perdeu desde os anos 80. São originais e soam novidade. Fiquem de olho, virão novas musicas e surpresas desse pessoal.
Fuck The Fashion é o novo e pulsante som da Banda Meigos, Vulgos & Malvados, que já está rodando na internet www.meigosvulgosemalvados.com.br e nas principais rádios do sul do país. Groove brasileiríssimo, cintilado por pandeiros, cuícas e apetrechos que ficaram a cargo do percussionista Jucá Deleon, além da irreverente participação de Kako Xavier que conduz o tema em dueto com a vocalista, numa batida dançante e empolgante!
Fuck The Fashion trata de um assunto da hora, o “apelo” da moda, do exagero, do desespero e da “hipervalorização” da imagem ante a falta de conteúdo, mas sem perder a graça, a sensualidade e o humor. Confira a pegada deste funk que celebra de uma forma dançante a criatividade e a qualidade da Banda; Meigos, Vulgos & Malvados. Free downloads em www.myspace.com/meigosvulgosemalvados e ou www.meigosvulgosemalvados.com.br
Ouçam e baixem também aqui diretamente de nosso blog a música Fuck The Fashion
Foto de Rickydavid sob licença CC BY-NC-ND
Desejamos para todos nossos amigos, seguidores, familiares, aos que ajudaram seus semelhantes e nosso planeta, aos músicos que por aqui passaram e para todos os músicos do planeta um 2010 repleto de realizações, muito amor, muita paz e muita música.
Este próximo ano será um grande desafio para nossa equipe que espera poder fazer sua parte para a democratização da música, para o planeta e para a sociedade e para dar uma base maior de negócios livres aos artistas e bandas de todos os gêneros.
Desejamos um gigantesco sucesso a todos que estão conosco e acreditam em nosso projeto.
Por Paulo Tiaraju
Na sexta feira passada, estive no estúdio do Sérgio Rojas para acompanhar a gravação de um áudio, coisa simples. Mais tarde, o Sérgio Rojas começou a nos mostrar uma trilha que ele havia composto e executado para um filme argentino, e outra para um rodado na Espanha, se entendi bem, mas o que menos importa são os países.
Eu estava distraído ali no estúdio e, de repente, fui envolvido por um fluxo de imagens musicais, da magnitude de uma sinfonia cósmica, mas com a simplicidade de um rock rural, não sei dizer de modo explícito. Melhor falar da sugestão das imagens que a trilha me revelou, porque música, quando não cabe em si mesma, nos arrasta com ela para um lugar infinitamente maior do que a casinha em que a gente mora.
Perplexo, eu olhava para Sérgio Rojas (e a trilha sendo despejada nas potentes caixas de som) e juro que vi um maestro que regia a Filarmônica de Berlim com a mão esquerda e, com a direita, puxava rifes de guitarra, longos e dolorosos, de uma saudade da imensidão do campo, de uma surpresa Cinema Paradiso. Não tivesse a música esse poder de comoção, eu diria que o Sérgio Rojas botou alguma coisa na minha bebida.
Estou tentando dizer dos sentimentos, das imagens sugeridas pela da trilha de um filme que não vi, mas vi amores que quase deram certo, vi a solidão das megacolmeias urbanas, a moça da janela acesa é um pontinho que se joga do 54º andar. O glamour triunfa numa catedral transformada em boate metrossexual, com suas criaturas em danação, e logo escorre pelo ralo e dá lugar aos tambores sul-americanos para celebrar a voz de La Negra, por arranjo e obra de um Sérgio Rojas, criado pela avó que, além dos esconjuros benfazejos, desvendou para ele a maldição lisérgica das fronteiras, qualquer fronteira, em especial daquela que separa os “loucos”, geniais e produtivos, da tal “sanidade”, louca por dinheiro, infeliz de pedra por não ter acumulado a grana que sempre sonhou e nunca teve. É o risco no chão, gracias, o grito que vem da planície como eco na cordilheira, a música gaúcha no universo pop star, como eu nunca havia percebido na minha vida. Eu sei, Sérgio, eu sei, tá dificil de caminhar. Voa meu irmão, companheiro, amigo de fé, camarada. Voa, o teu lugar é no topo da montanha.
Foto de Eurico Salis
Sérgio Rojas, um dos artistas e compositores mais premiados do Rio Grande do Sul retorna a cena musical nacional com um novo trabalho Pop, com participações especiais de grandes nomes da música nacional.
Com sua versatilidade, traduz no seu trabalho artístico musical as influências do rock latino de Fito Páez e Charly Garcia e da boa música popular brasileira.
Traz na sua longa trajetória de experimentações, participações como convidado especial em diversos espetáculos de Mercedes Sosa no Brasil e na Argentina, com Fito Páez em turnê pelo Rio Grande do Sul, também dividiu palcos com Fagner, Kleiton & Kledir, Beth Carvalho, Vitor Ramil, Renato Borghetti, Sá e Guarabira, Daniela Mercury, Yamandú Costa, Diego Figueiredo, Chango Spaziuk e Elomar, entre outros artistas importantes dos cenários gaúcho, brasileiro e internacional.
Na véspera do Natal de 2004, sofreu um grave acidente, que o subtraiu do cenário musical por um longo tempo. Mesmo tendo passado por diversos tratamentos e cirurgias, não deixou de compor suas canções e tocar em frente seu trabalho.
Em 2008, o CD e DVD “Fandango” de Renato Borghetti recebeu o Troféu Açorianos com a canção de Sérgio Rojas “Milonga para Simões Lopes Neto” (tema principal do documentário e longa-metragem do Diretor Henrique de Freitas Lima) que culminou na indicação do CD “Fandango” de Renato Borghetti ao Grammy Latino 2008.
Além de um extenso e talentoso trabalho como músico, produtor e compositor que navega com propriedade em diversos gêneros musicais, Sérgio Rojas tem se consagrado como compositor e produtor de trilhas sonoras para o cinema, teatro, dança e outros. Neste ano de 2009, entre outras tantas, produziu a trilha sonora do filme La Vieja de Atrás do diretor argentino Pablo José Meza que está em fase final de produção a ser lançado em 2010 e deve circular pelos festivais mundo afora.
Em 2009 Sérgio Rojas foi premiado na mostra gaúcha do 37. Festival de Cinema de Gramado que se realizou entre os dias 09 e 15 de agosto deste mesmo ano, com a trilha sonora para o episódio “Jogo do Osso” da série “Contos Gauchescos” da obra literária de Simões Lopes Neto realizado pelo diretor Henrique de Freitas Lima, somando-se aos mais de 100 prêmios já recebidos em toda sua carreira musical.
NOVO ÁLBUM
Projeto Gráfico de Eduardo Torelly e foto de Eurico Salis
Rojas, com enorme propriedade musical retorna a cena musical com seu novo álbum “Por Onde Eu For”, misturando influências, estilos e convidados especiais para compor um mosaico de canções, com um trabalho fértil de conteúdo e sonoridades.
As gravações começaram no ano de 2005, em Buenos Aires, com os argentinos Guillermo Vadalá, Gonzalo Aloras e Javier Lozano, e com o uruguayo Hugo Fattoruso, no estúdio Del Cordón de Luis Restuccia, em Montevideo. No Brasil, Duca Leindecker (Cidadão Quem, Pouca Vogal), Rodrigo Tavares (Fresno), Veco Marques (Nenhum de Nós), Régis Leal (tecladista de Armandinho), Diego Floreio (Vera Loca), Mano Gomes (Delicatessen), Marquinhos Fê e o percussionista Naná Vasconcelos.
A composição do disco contou ainda com os parceiros e músicos Serginho Moah (Papas da Língua) voz solo na música Coração Rebelde, Tonho Crocco (Ultramen) voz solo na música Por Onde Eu For, música título do CD, Alex Longoni, Celau Moreira (OSPA), Guiza Ribeiro, Rodrigo Lopes, Malcoln Robert (Claus e Vanessa), Lucas Correa (Nova Estima) e Sandro Berneira.
As guias e as gravações das baterias foram feitas no Estúdio Caverna, de Marcelo Castilhos, em Porto Alegre.
As músicas “Abrigo”, “Só Você” e “Encruzilhada” foram mixadas no Estúdio Yellow Submarine por Duca Leindecker e a canção “Não Tenho Tempo” por Leandro Schirmer. As demais canções foram mixadas e finalizadas no Estúdio Soluções Criativas por Sérgio Rojas. A masterização final é de Marcos Abreu.
Em 2009 finaliza o seu álbum “Por Onde eu For” lançando como primeira música de divulgação “Coração Rebelde” com participações especiais de Serginho Moah na voz solo (Papas da Língua) e na guitarra Rodrigo Tavares (Fresno).
O disco será lançado gradativamente pela internet durante os próximos 3 meses de verão, apresentando uma música de cada vez para que possamos apreciar o belo trabalho musical e de produção realizado neste novo disco que culminará em um show de lançamento do novo CD pelos meados de março ou abril . Vale a pena esperar por cada faixa mais esse trabalho de alta qualidade de Sérgio Rojas.
Contato para shows:
Onde você encontra mais de Sérgio Rojas e pode ouvir e baixar músicas:
Site Oficial
Twitter
MySpace
Facebook
Last.fm
Reverbnation
Orkut Perfil 1
Orkut Perfil 2
Youtube
Curtam e baixem em primeira mão a música Coração Rebelde de Sérgio Rojas aqui no blog do PyleMusic.
O paraibano Markel Fusari iniciou sua carreira musical em 1993 na cidade de Campina Grande na Paraíba, tocando como guitarrista free-lancer de artistas locais. Logo depois, montou com alguns amigos a banda “Hedra” desenvolvendo suas primeiras composições em Hard Rock Progressivo.
No ano de 1996 a Hedra lança uma demo-tape “For Children”, e em 1997 participam de uma coletânea “Rock na aldeia”. Nesse mesmo ano, Markel vai morar em João Pessoa, onde faz parcerias com bandas e estúdios de vários estilos, assimilando um maior conhecimento musical.
Em 2003 monta sua 1ª banda de pop rock/black music “Asfalto” – agora como vocalista e guitarrista – com quem lança o CD ao vivo “Destino: Origens”, integrando o circuito de shows da capital e arredores.
Em 2006 assume os vocais da banda “Sonora” (samba-rock), onde absorve definitivamente a influência de sons mais brasileiros, como o samba. A banda chega a abrir show de Vanessa da Mata. Em paralelo assume as guitarras da banda “Travolta” (covers anos 80 internacional) abrindo para shows de Djavan e Roupa nova, e também o projeto solo, voz e violão nos bares e shoppings da cidade.
Em 2007, Markel entra de cabeça nas gravações do seu primeiro disco, que seria uma coletânea das melhores canções de cada fase vivenciada. Finalmente no ano de 2008, o CD “Colheita dos Tempos” tem seu lançamento realizado em pleno mar numa temporada de quatro meses em cruzeiros pelo nordeste (Recife, Natal, Fortaleza e Fernando de Noronha) para pessoas de todo o Brasil. Atualmente Markel ainda contribue com algumas bandas, mas o foco principal é a divulgação do seu novo CD que você pode baixar completo aqui.
Você também pode ouvir as música de Markel Fusari aqui e aqui.
Contato para shows:
Ouça e baixe aqui a swingada samba rock Além Mar e se divirta nesse verão.
A banda Bleffe foi formada em 2002 no Rio de Janeiro pelo articulado Christian Garcia na voz e violão, Alex Borges na guitarra e voz, Dan Lacusa no baixo e Cristiano Cokada na bateria.
Em 2006 lançaram seu primeiro álbum chamado “Viagens”. O álbum obteve uma ótima recepção do público e da crítica, o que fez com que a banda tivesse um notável crescimento na cena independente carioca na época e mantém-se firme e forte até hoje.
Suas músicas falam de amor, de relacionamentos e do cotidiano das pessoas, o que faz com que a banda se identifique facilmente com o público.
A banda está muito bem representada na internet nos principais sites de música e nas redes sociais, além de manter uma ótima página oficial e blog próprio, sempre em contato com o público e realizando promoções variadas, fórmula corretíssima para se ter sucesso na rede e fora dela.
Recentemente a banda lançou a música “Tarde demais” com exclusividade no site Oi Novo Som que vocês podem conferir lá mesmo, dando um bom exemplo para as bandas independentes que é possível estar em todos os lugares e aproveitar as oportunidades que surgem nesse novo mercado da música que está se formando.
Contatos:
21-8822-4988
21-9966-9676
contato@bleffe.com.br
Saiba mais da banda no seu site oficial, onde vocês podes encontrar os links para todos os locais onde ela se encontra no digimundo.
Aqui mesmo vocês podem baixar a música “Tá Tarde” e curtir o som da banda.
A Banda Véspera de Porto Alegre/RS foi-me apresentada pelo Raphael da OK:ROCK!, e surpreendeu pela pegada forte, ótimas letras e maturidade do som. Eu gostei na primeira audição. O bom e pesado rock e as boas baladas fazem a diferença dessa banda gaúcha, tanto que abrirão o show do Faith no More dia 3 de novembro, no Pepsi on Stage em Porto Alegre, é mole?
Por mais difícil que possa parecer a tarefa de encontrar as palavras para tentar definir ou situar esteticamente o trabalho de uma banda, é chegada a hora de ela mesma romper esta barreira e fazê-lo. E a Véspera admite que este é um desafio que sempre se impôs, e isso está claro nas melodias e nas próprias letras da banda. A verdade é que compor músicas sobre a vida e a morte, o amor e o ódio e as demais antíteses nossas do dia a dia, cala fundo na consciência de cada integrante, o que acaba fazendo da experiência de tornar estes dilemas públicos através da música o saudável exorcismo de culpas e tragédias pessoais rumo à felicidade.
Assim, de melodias que vêm de sustos ou de exaustivas repetições, e de letras que vêm da dor de se viver ou da certeza de se morrer, nasce a Véspera. Desse jeito mesmo, cheio de traumas, angústias e preocupações. Está tudo ali, traduzido no som: dois discos, e o segundo mais próximo do que um dia a banda ainda vai ser. As cinco músicas que, numa primeira audição, doem na alma e afugentam as alegrias, mais tarde se revelam fonte da mais pura esperança, o que, no final, é tudo o que importa ser mantido.
Assim, de melodias que vêm de sustos ou de exaustivas repetições, e de letras que vêm da dor de se viver ou da certeza de se morrer, nasce a Véspera. Desse jeito mesmo, cheio de traumas, angústias e preocupações. Está tudo ali, traduzido no som: dois discos, e o segundo mais próximo do que um dia a banda ainda vai ser. As cinco músicas que, numa primeira audição, doem na alma e afugentam as alegrias, mais tarde se revelam fonte da mais pura esperança, o que, no final, é tudo o que importa ser mantido.
A Véspera foi formada em Porto Alegre/RS no ano de 2007 por Lucidio Gontan (voz), Marcelo Reichelt (guitarra), Vinicius Ferrari (guitarra), Eduardo Da Camino (baixo) e Renato Siqueira (bateria).
Foi banda residente do Art&Bar em Porto Alegre por quase um ano, onde fez o pré-lançamento em julho passado de seu EP, que pode ser baixado aqui e onde vocês poderão curtir as músicas: A Maldade, Não Uso o Coração, Falta Acontecer, Sobre esses Dias, Odiar Ninguém e apreciar a arte de capa e contra-capa do EP. Mais algumas boas músicas da banda vocês podem curtir no próprio site.
Contato para shows:
bandavespera@gmail.com
(51) 98082702 (Marcelo) e (51) 81629242 (Vinicius)
Para encurtar o caminho, vocês podem ouvir e baixar aqui mesmo as músicas Não Uso o Coração e A Maldade.
Não Uso o Coração [4:55m]: Play Now | Play in Popup | Download
A Maldade [4:24m]: Play Now | Play in Popup | DownloadComo tudo nesse país que é importante para a sociedade fica para depois na área política, não poderia ser diferente na votação da PEC da Música. Porquê foi adiada para o dia 28 de outubro? Não precisamos falar nada ou procurar entender o porquê, basta vermos o vídeo do programa CQC, postado no Youtube, para termos uma idéia de tudo. A antiga e tradicional tática da falta de quorum fica bastante clara nesse vídeo.
Mas apesar do aparente desinteresse da maior parte da classe política pelo tema, pois temos deputados bastante engajados nesse assunto, posso acreditar que a ida de amigos, músicos, produtores e demais trabalhadores e amantes da música, que destinaram um tempo e dinheiro preciosos de suas vidas para se deslocarem até o congresso nacional, valeu demais para esclarecer a estes deputados que sequer sabem a pauta do dia quando chegam em seu “trabalho”, como mostra video do CQC, de mostrar a importância que tem a decisão de aprovar essa lei para a cultura brasileira.
Independente do assunto ser para os mais radicais um incentivo para a indústria fonográfica, eu discordo. A PEC da Música é uma avanço para o setor como um todo, porque não é apenas o “meanstrean” da música brasileira que é beneficiada por esta Lei, porque todo o artista independente que trabalha com mídias físicas também será beneficiado. A questão está, no meu entender, em acharmos soluções que garantam negócios justos para a música como um todo, sem que o artista necessite entrar no esquema “jabazistico” da indústria fonográfica. Muita coisa tem que melhorar e novos modelos surgirão, mas a votação dessa Lei é um importante passo para que a música chegue, independente da fonte, a maioria da população por um preço mais justo e viabilize projetos culturais. As grandes gravadoras precisam fazer sua parte e deixarem de serem “olho grande”, mas o grande avanço para o mercado da música realmente virá do lado independente do mercado. É esperar para ver.
Esta PEC da música (PEC 98/07) isenta todos os tributos de CDs, DVDs musicais da produção brasileira. Deixarão de incidir importantes impostos como ICMS, IPI, ISS e outros que por venturam venham a ser criados e que vinham ajudando a encarecer a midia física e sua distribuição em território brasileiro.
Bom, vamos em frente, todos que puderem que estajam novamente na Câmara dos Deputados em Brasília. Boa sorte a música brasileira!
O “power trio” Octane de Guarulhos/SP mostra seu rock pesado aqui no blog do PyleMusic.
A banda formou-se no final de 2008 entre os amigos Paulo Henrique e Hugo Junior, sintetizando os desejos dos integrantes de ter um som de forte pegada.
O nome Octane, no português significa octana, o índice que determina o quanto o combustível pode ser comprimido no motor, quanto maior a taxa de octana, ou octanagem do combustível, mais pode-se comprimi-lo no cilindro, com isso maior potência é gerada.
A “line up” da banda tomou forma ainda no final de 2008 quando Daniel assumiu os baixos, mais tarde ele sairia e abriria espaço para Alexandre Negroove, que adicionou o que faltava ao “power trio” se integrando em meados de junho de 2009.
O Octane encontra-se atualmente finalizando seu EP, e cai na estrada enfurecidamente para levar o seu som e suas mensagens realistas a quem curte um som pesado objetivo e melódico.
A banda é composta por:
Paulo Rodrigues (PH) no Vocal e Guitarra
Hugo Freitas (Jú) no Bateria
Alexandre Santiago (Negroove) no Baixo
PH, além de vocalista, guitarrista e compositor da banda também é um talentoso e premiado ilustrador brasileiro de mangá que realiza muitos trabalhos maravilhosos para o exterior. Saiba mais um pouco do PH aqui, aqui e aqui.
Contatos para a Banda com Alexandre Negroove:
(11) 2037-9059/ 7024-9646
negroove@hotmail.com
Você pode conhecer mais do trabalho da banda aqui, aqui e aqui.
Ouçam e baixem aqui mesmo as músicas Anjo ou Demônio e Risco Calculado.
Anjo ou Demônio [3:51m]: Play Now | Play in Popup | Download
Risco Calculado [4:39m]: Play Now | Play in Popup | DownloadA polêmica do jabá é grande, e a prática é antiga em boa parte dos meios de comunicação de massa. Todo mundo sabe como funciona, mas poucos possuem a propriedade para falar da “coisa”. Mas estou acreditando que a classe artística, na sua maioria que fica de fora do processo “das massas” por conta desse jogo desleal, cansou de deixar por isso mesmo. É o que parece estar nos comentários do post do Leoni lá no Música Líquida à respeito desse tipo de prática nociva, e os cometários também são de gente que sabe do que está falando!
Coincidentemente postei alguns dias atrás a última e inédita música lançada pela banda pelotense de rock Meigos, Vulgos & Malvados, chamada de “A vingança do Jabaculeiro” que trata do mesmo tema e de forma bastante contundente e energética. Vale ouvir e baixar aqui mesmo no blog!
A prática do jabaculê é nefasta e representa um atraso para a cultura de qualquer país. É muito sério, e a sociedade, a maior prejudicada com este tipo de negócio que a afasta da enorme diversidade que é a cultura, precisa combater definitivamente está prática!
Estou acompanhando os comentários ao post do Leoni em seu blog Música Líquida sobre as histórias da prática do jabá no mercado de música brasileiro, e fiquei bastante entusiasmado com a idéia de se estar debatendo abertamente e democraticamente um assunto tão sério e tão prejudicial para a maior parte dos artistas e autores da música brasileira.
A internet tem um papel importante, também, contra esse tipo de ação. É ela a ferramenta que possibilita ao artista “contornar” a falta de espaço nos meios de comunicação de massa ocupados em sua maioria pelo jabá (sem generalizar, por favor!), dito isso, por quem conhece do que está falando. Um dos comentários que me chamou a atenção foi o do nosso Luiz Caldas, mostrando com toda a propriedade, que a internet é o caminho que ele achou para “driblar” o jabá e continuar a nos presentear de forma justa com sua música e de tantos outros grandes nomes da música brasileira. Cada vez fica mais evidente que a internet deve ser preservada livre para que todos os artistas tenham ali seu espaço e possam desenvolver seus negócios de forma justa e ampla.
Precisamos construir meios na internet para que artistas, produtores e demais trabalhadores da arte e da cultura possam ter um espaço justo e democrático para trabalhar e fazer seus negócios livremente e sem a interferência de ações desleais como a do jabá, por exemplo. Nós do PyleMusic acreditamos ser possível construir negócios justos e amplos na internet e estamos trabalhando forte para fazer isso acontecer com nossa própria plataforma, que em breve estará no ar. Junte-se a nós também e colabore na construção de nossa plataforma para um futuro da música justo e solidário.
Abaixo publico na íntegra o artigo do Leoni e convido aos amigos e seguidores aqui do nosso blog a visitarem o Música Líquida para engrossar o debate sobre o assunto, que considero de extrema importância para sociedade brasileira, enfim, isso influência diretamente a construção e o futuro da cultura de um país, refletindo, inclusive, na formação de um povo. Será que tô exagerando?
As Histórias do Jabá – Yes, nós temos jabá!!
Dentro de alguns dias vou lançar meu e-book gratuito, “Manual de Sobrevivência no Mundo Digital”, baseado nos artigos que escrevi sobre o assunto no blog do meu site.
As críticas e comentários de vocês me ajudarão a formatar um livro que pretendo lançar fisicamente – dando os devidos créditos, é claro.
Relendo para fazer correções, achei esse trecho interessante sobre jabá, que mostra como ele ajudou a dinamitar a indústria da música e a torná-la irrelevante – e desnecessariamente cara.
Resolvi então colocar no Música Líquida para degustação de vocês.
As histórias do jabá
Quando a maioria das rádios se interessava por música, o lançamento de um artista importante era disputado a tapa pelas principais emissoras. Todas queriam exclusividade. Por exemplo, quando a Warner ia lançar um novo single da Madonna, procurava saber que rádio estava em primeiro lugar na audiência em cada cidade importante e dava a esta uma ou duas semanas de exclusividade de execução. Com tal privilégio a rádio era beneficiada com ainda mais audiência interessada em ouvir em primeira mão a nova música da artista. Um jogo com vários ganhadores: a gravadora, o artista e a rádio beneficiada. Com isso a gravadora conseguia convencer as rádios a tocarem outros artistas do seu cast. A moeda de troca era música.
Há alguns anos atrás, quando os CDs vendiam horrores e o jabá imperava, se Deus, pessoalmente – o Deus que você quiser -, viesse à Terra para visitar uma emissora de música jovem com retransmissoras por todo o território nacional e dissesse que compôs uma canção divina, com melodia sublime, uma letra celestial, embora escrita em linhas tortas, e que, na sua banda, o solo de guitarra foi tocado pelo Jimi Hendrix, o de trompete pelo Miles Davis, nas guitarras e nos backing vocals ele contou com John Lennon e George Harrison, que a Janis Joplin, a Cássia Eller, a Elis Regina, o Tim Maia e o Elvis Presley completaram o coro, ele ouviria um muxoxo desinteressado e algumas frases sobre a canção não se adaptar ao perfil da rádio, que os artistas não são jovens, que faz tempo que eles não lançam nada novo, que o programador tem que escutar, mas que tem muita coisa esperando na fila e no final viria uma sugestão de “promoção” que ficaria entre R$ 30.000,00 e R$ 50.000,00 para 40 dias de execução, duas vezes por dia e algo sobre renovar o “acordo” depois disso. E a música? Provavelmente nem seria ouvida. Porque isso não é mais o que importa.
Claro que essa postura fez com que, cada vez menos, esse seja um veículo para descobrir artistas interessantes e diferentes. O veículo ficou mais importante que o seu conteúdo.
O custo do jabá
Essa também foi a razão do CD, que como produto é mais barato que o vinil, ter ficado tão caro. Imagine que você tenha que divulgar um artista de grande porte e que, só na rádio, você vai “investir” R$ 500.000,00. Se a previsão de vendas é de 500 mil discos a “promoção” já encareceu um real cada exemplar. Se pusermos em cima disso o lucro do vendedor (mais um real) e impostos, o CD tem que custar R$ 2,50 a mais, pelo menos. Mas quantos CDs vendem essa quantidade? Os que vendem têm que pagar pelos que não vendem. Como eles acertam um em cada dez, a conta vai ficando salgada.
foto: Toban Black sob Licença Creative Commons 2.0 (BY – NC)